sábado, 28 de dezembro de 2013

sábado, 21 de dezembro de 2013

Gypsy Rose

 
 
 
Gypsy Rose é a nova loja vintage, localizada no número 52 da histórica Rua Direita, cujo nome presta tributo a a Gypsy Rose Lee, artista Norte-Americana conhecida como a mãe do burlesco, que vigorou na área artística entre os anos 30 e 70 também como actriz e dramaturga.

Num ambiente nostálgico, propõe a quem a visita,  uma viagem a décadas passadas através das peças únicas, outrora esquecidas, que aqui ganham uma nova vida. 
Roupa, bijuteria, malas, acessórios e coleccionáveis vintage e retro a preços apelativos, são as ofertas desta nova aposta. 

A Loja funciona das 13h às 19h de Segunda-Feira a Quinta-Feira e das 11h às 20h - Sexta-Feira e sábado. Durante a época natalícia, encontra-se aberta também aos domingos.

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

A maior galeria urbana em Portugal


O centro histórico está transformado na maior galeria urbana de fotografia. A noticia já corre em Portugal como um dos locais a visitar. Um obrigado especial ao artista, João M. Gil, pelo excelente trabalho de divulgação e promoção do CHLeiria.

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

O mercado turistico urbano de laser

Com a estetização do turismo urbano que se iniciou no fim do sec. passado, as cidades são hoje um dos 4 destinos das massas em turismo.

As cidades passaram a ser um destino preferido para estadias de curta duração ( menos de 4 dias), concentrando 50% da procura. Hoje o fenómeno do turismo urbano é uma das mais importantes receitas para as economias locais e será num futuro próximo o grande pilar de desenvolvimento social a par da industrialização das novas tecnologias.

Com esta nova vaga pretende-se valorizar o património cultural,  histórico e o patrimonial. Essa valorização só se  torna efetiva se existirem visíveis cenografias que estimulem a atividade sensorial dos turistas. O fascínio temporal dos espaços públicos, dos monumentos e da arquitetura são complementado com a capacidade que a industria turística tiver de potencializar a qualidade de vida e o laser da cidade contemporânea.

A reactivação dos usos e costumes são assim uma forma de promover o patrimonio cultural e social que se pretende comercializar, esse processo é a invenção ou reinvenção de tradições, folclorização das praticas urbanas e a valorização e culturização de locais ou dos centros históricos e adaptação dos espaços culturais. A encenação da vida quotidiana dos individuos serve para a venda desse produto conseguindo-se assim uma intensiva participação do iindivudual em beneficio do coletivo no processo  da comercialização turística. Essa participação resulta no melhoramentos  das fachadas, no ordenamento do território e na envolvência social das massas nesse projeto. O centro histórico é visto como um espaço cultural de excelência e numa experiênca ativa permanente de divulgar a vida passada e presente da sociedade contemporanêa. As politicas urbanas dos "centros históricos" visam potencializar não só o edificado mas tambem a automação cultural coletiva e a recuperação das tradiçoes  e a sua celebração.

A publicidade cria um novo lexico e a iconografia de natureza publicitária lança a cidade numa rota de encenações permanentes.

Tudo pode ser "patrimonio" desde que se saiba o que se pretende vender.  

sábado, 14 de dezembro de 2013

O marketing urbano.

A identidade e o estilo de vida de uma cidade são, hoje em dia, arquitetados no modo de vida e pela valorização ou reinvenção do seu património.

A reinvenção desse património funcional em vários domínios, resulta numa crescente procura da noção da conservação  urbana. A sua reinvenção é muito mais que uma moda, é uma afirmação cultural, que se irá desenvolver na crescente competitividade interregional.

A introdução da figura do marketing urbano é crescente e tornou-se necessária não só pela necessidade de empresarialização da cidade, mas e também, pela necessidade de vender " o produto" -  a cidade. A forte concorrência existente entre os territórios , nunca é descipiendo de salientar, criou uma nova necessidade, a marca da cidade, numa lógica de promoção de um produto sendo que o património é o recurso estratégico para a afirmação dessa estratégia da imagem de marca.

O marketing urbano tornou-se assim na ferramenta que, impulsionado pelas crescentes necessidades empresariais urbanas, reinventa a cidade com a difusão de uma nova(s) imagem(s) que visa potenciar a crescente dinâmica de classes. O marketing utiliza três áreas para a sua intervenção; a paisagem urbana e arquitétonica, a reinvenção e valorização do património e a dinamização cultural histórica como forma de fixação no espaço publico de vida intergeracional permanente.