quinta-feira, 30 de julho de 2009

CHAPELARIA LIZ








Uma das casas mais antigas da cidade de Leiria é a chapelaria Liz, que ainda hoje mantém como principal actividade a arte da chapelaria com a mesma vida de outrora, tendo como componentes essenciais a qualidade e simpatia do comércio tradicional.

Fundada no inicio dos anos 30, por um antigo operário de chapelaria, oriundo de S. João da madeira, onde aqui se estabeleceu e constitui família, vindo a falecer nesta cidade que ajudou a crescer.
No ano de 1979, os seus herdeiros verificando que o negócio da chapelaria se encontrava numa fase descendente, decidiram negociar o espaço comercial, estando inicialmente prevista uma loja de ferragens.
Contudo e porque muitas vezes a razão sentimental fala mais alto, o Sr. Manuel, actual proprietário, entrou em contactos com os herdeiros da chapelaria Liz, até porque entre eles existia uma relação familiar e próxima, tendo essa relação sido importante para que a vontade de continuar com a tradição familiar se seguisse até hoje.
Uma nota curiosa é que mesmo não tendo conhecimento do negócio, pois a sua profissão de então era a electrónica (rádio e televisão), a arte da chapelaria era motivadora e com tal pretendia continuar com essa mesma arte. Com uma colaboradora forte, a sua esposa e ele ganharam imensa vontade de crescer e desenvolveram a chapelaria e ao mesmo tempo adicionando o calçado ao negócio. Contudo a arte da chapelaria levou-o a pesquisar e a aprofundar o conhecimento nesta arte e a desenvolver novos modelos e a conquistar novos clientes, clientes que ainda hoje lhe são fies, devido à enorme qualidade dos seus produtos. Recuperou e desenvolveu inúmeros modelos que nos dias que correm fazem com que os artistas do teatro, os estudantes, os ranchos folclóricos e o publico em geral, o procurem para ter o chapéu ideal, porque um chapéu é uma bela peça de moda, e porque os trajes sem eles não ficam completos, ou até porque com eles as peças de teatro têm mais sucesso. Hoje a chapelaria Liz é procurada por todos aqueles que fazem do chapéu uma forma de vida. Uma loja que ultrapassou as barreiras da região centro e se coloca entre as mais procuradas a nível nacional.
O calcado comercializado hoje em dia é dedicado ao cliente mais tradicional que prefere a qualidade de outrora numa simbiose – chapéu / sapato, tradições que se foram perdendo, mas que na Chapelaria Liz é a imagem de marca.
Hoje comercializa modelos próprios na área do calçado artesanal, botas, botins e sapatos de senhora e sandálias confeccionadas e trabalhados por artesões de acordo com os gostos dos seus clientes e com o seu conceito de enorme qualidade e onde a tradição dos tempos é preservada. Os turistas já são também uma realidade nesta casa, arte que teimosamente insiste em desaparecer, onde a produção em serie ganhou terreno, mas não consegui vencer este dinossauro do comércio tradicional chamado Chapelaria Liz.

CENTRO HISTÓRICO DE LEIRIA

CESTARIA FONSECA





A Dª. Felismina com o seu espírito de um puro sangue Leiriense, não querendo que o CHeiria continue no marasmo da decadência do edificado, contribui com um prazer contagiante para a modernização e recuperação do seu prédio, sito na Rua Barão de Viamonte ( Rua Direita ). E com este entusiasmo já falou com os seus vizinhos no sentido de os mesmo lavaram a cara aos seus edifícios. Eis um exemplo de quem não se limita a participar nos eventos, mas também a recuperar o edificado existente no CHLeiria, neste caso o seu prédio.
CENTRO HISTÓRICO DE LEIRIA

domingo, 26 de julho de 2009

FESTIVAL DE CULTURAS


Festival de culturas a realizar no CHLeiria no próximo dia 1 de Agosto - Sabado das 19h00-02h00.
Teremos na Rua Direita ( Rua Barao de Viamonte ) uma amostra de gastronomia patrocionada pelos restaurantes, com esplanadas de rua, onde estarão disponveis vários pratos tradicionais de varios paises, sendo que cada restaurante terá um país à sua escolha, teremos desde pratos Angolanos, Portugueses, Indianos, Italianos, Pratos afrodisiacos, etc.
Os bares levarão a cabo noites temáticas de verão.
Teremos a apresentação da Brisa do Liz, onde uma doceira ira apresentar a Brisa com várias formas e novos gostos.
O comercio estára aberto à noite, sendo que cada lojista ira trazer até nós o sabor das nossas regiões autónomas; Madeira e Açores.
Mais uma noite de emoções numa zona de excelência - o Centro Histórico de Leiria
Convidamos todos os leirienses a passar pelo CHleiria e desfrutar da gastronomia de excelência dos nossos restaurantes e visitar o comercio tradicional e no fim da noite desfrutar de uma bela bebida nas nossas esplanadas.
CENTRO HISTÓRICO DE LEIRIA

FESTA MUITO " IN! "








Leiria teve mais uma noite IN, ontem na Rua Comandante João Belo realizou-se uma noite de moda, musica e muita diversão com a presença em massa de muitas caras jovens e menos jovens. Quem teve presente sentiu no ar o verão algarvio tal era ambiente. Leiria passou uma noite onde a moda se aliou à musica e a enorme arte de bem receber da IN! transbordou para a rua e o espírito de verão andou à solta pela noite dentro. Os comerciantes da rua também aderiram ao abrirem as suas portas.
CENTRO HISTÓRICO DE LEIRIA.

COMUNICADO - FESTIVAL DE CULTURAS

No seguimento da noticia do Jornal de Leiria de 23.07.09, onde o mesmo informava que o " Festival de Culturas " seria realizado no dia 25.07.09, vimos informar que o mesmo não se realizou devidos a problemas logísticos que a entidade organizadora - Agência UAC - teve na preparação e divulgação do mesmo. Pelo que os comerciantes e moradores do CHLeiria nunca tiveram qualquer influencia directa ou indirectamente pela não realização do mesmo.

Informamos que o Jornal de Leiria também é alheio ao facto, somente publicou a noticia a que teve acesso.

CENTRO HISTÓRICO DE LEIRIA

quinta-feira, 23 de julho de 2009

DEPOIMENTOS - FORUM - CENTRO HISTORICO LEIRIA

O que não funciona bem deve mudar. Estamos abertos
a novas experiências. Para isso podem contribuir todos.
As cidades mudam e quem não se adapta perde. Há algumas
cidades espanholas que têm muita vida nocturna, com
centros históricos com bastante restauração, com perda do
silêncio e lojas de pequena dimensão de qualidade. Leiria
tem já bastantes e bons exemplos nesta zona. É a evolução
natural. Sobre o trânsito, deve ter o comportamento
que a zona necessitar. A Acilis tem vindo a “estudar” com
a Agência para Promoção do Centro Histórico um ou dois
modelos possíveis para propor à autarquia, como abrir de
madrugada o trânsito até às 12 horas, e depois fechar, para
permitir a actividade de esplanadas, expositores e, por consequência,
mais público e mais actividade económica. O
policiamento terá de ser outro, assim como o horário do
comércio nestas zonas. Se os consumidores se habituarem
a “viver a cidade”, Leiria pode captar 200 mil habitantes.

Eng. Paulo Sousa - Presidente da ACILIS

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Qualquer decisão a tomar deve ser, nesta como
em outras matérias que dizem respeito à vida da
cidade, amplamente participada e objecto de reflexão
de todos os intervenientes e interessados, na
certeza de que o centro histórico é das pessoas e
para as pessoas. Os seus moradores, os comerciantes
aí estabelecidos e, em geral, os que frequentam
este espaço devem ter a palavra determinante. Com
este pressuposto, parece-me que, numa primeira
fase, a interdição de trânsito automóvel nalgumas
ruas poderia fazer-se nas tardes e noites dos fins-
-de-semana. Outra solução passaria pelo acesso
condicionado a moradores, veículos de emergência,
táxis, etc., com colocação de pilaretes retrácteis,
accionados por antenas instaladas nas entradas
da zona histórica e que detectariam os identificadores
colocados nos veículos autorizados.

João Poças Santos - Presidente da ADLEI

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A única forma que eu vejo de minimizar esse impacto
negativo seria limitar a velocidade. Primeiro é preciso
arranjar alternativas para que os carros possam circular.
Também defendo a realização de testes, todas as
sextas-feiras, de não haver trânsito na “rua direita”. Ou
seja, fazer com que essa rua não seja uma via principal,
para começar às sextas-feiras a partir das 17 horas, criando
uma cintura interna que evite o trânsito no centro
histórico.

Luís Ferreira, porta-voz do condomínio do centro histórico
de Leiria - Comerciante e Empresário

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Não sou a favor do encerramento feito de
qualquer maneira. Em alguns casos o fecho pode
trazer incómodos. Acho que a possibilidade de
circular de carro traz vida às cidades. Mas concordo
que à noite se possa fechar a “rua direita”
ao trânsito para facilitar a circulação de pessoas
e realizar eventos que podem trazer frutos
ao comércio instalado, não só na altura como
a médio/longo prazo.

António Fernandes - Comerciante e elemento da associação de Defesa do Centro Histórico

Jornal de Leiria - 23.07.09

CENTRO HISTÓRICO DE LEIRIA

CENTRO HISTORICO LEIRIA E A SUA IMPORTANCIA


Muito se tem falado sobre o que fazer ao centro histórico de Leiria para que seja cada vez mais um espaço nobre. Deverá fechar-se ao trânsito e tornar-se zona pedonal? Ou será melhor deixar tudo como está? Uma certeza existe: sem a captação de novos moradores, sem um plano de recuperação abrangente e sem animação será difícil imprimir outra dinâmica ao espaço.
Para devolver o centro histórico aos cidadãos será fundamental a existência de uma série de condições. Está Leiria preparada para isso? Segundo o arquitecto Pedro Cordeiro, falta o principal, a habitação. “Primeiro terão de chegar moradores. Terá de ser feita uma recuperação urbanística com unidade e rigor.” Será necessário será dar “contrapartidas” aos moradores que chegarem. Dá um exemplo: “Há edifícios que não poderão ter garagem, mas essas pessoas terão de ter acesso a estacionamento.”Leiria tem um centro histórico agradável, mas para que as pessoas frequentem o espaço será necessária a continuação da recuperação dos imensos imóveis que estão degradados. Ainda assim, o arquitecto lamenta o facto desta área não ser pensada como potencial zona habitacional, mas apenas como “espaço público”. “O comércio é no rés-do-chão, enquanto que a partir do primeiro andar terá de haver gente a morar. É necessário integrar uma coisa na outra.”Para as pessoas andarem pelas ruas da cidade, terão de deixar o carro algures. Leiria tem parques de estacionamento, mas serão suficientes? E terão preços competitivos? E as lojas que existem, são suficientemente cativantes?Os comerciantes das zonas pedonais de Braga queixam-se da falta de clientes e atiram a culpa para cima dos grandes centros comerciais de última geração. Terá sido o flop centro-comercial-ao-lado-do-estádio a salvação para o centro histórico de Leiria? O arquitecto é um acérrimo defensor das compras nas zonas tradicionais em detrimento das grandes superfícies comerciais e acredita que a zona antiga de Leiria tem “potencial” para ser uma animada e categorizada zona comercial. “É a memória maior e a força da cidade. O peso da história cria uma complexidade extremamente interessante. E é melhor passear no centro urbano do que num centro comercial, onde há uma grande série de ruídos extremamente desagradáveis.” No entanto, encontra alguns defeitos no centro histórico, além do próprio estado de degradação de grande parte dos edifícios, com a “falta de unidade” do mobiliário urbano da cidade.Pedro Cordeiro entende, contudo, que já foram dados alguns passos importantes para a dinamização do centro histórico, como a “mais-valia” que é a obra de Gonçalo Byrne para o ‘buraco’ da rua Direita. Ainda assim, não chega. É necessária a dinamização da área. Os comerciantes de Leiria têm tido algumas iniciativas, o que mostra que estão atentos... A verdade é que para o renascimento de um centro histórico, além de ser um local aprazível e com animação, são necessárias lojas, cafés e restaurantes de qualidade. Foi o que aconteceu em Leiria, no único local livre de carros. A Praça Rodrigues Lobo é a sala de visitas de Leiria e justifica sê-lo. Garantido é que há que acredite que Leiria tem potencial. A abertura de lojas âncora, como a Zara, ainda para mais em edifício recuperados, só prova que a aposta tem pernas para andar. Relativamente à pedestrianização, o arquitecto entende que para que tal seja possível será necessário um investimento “fortíssimo” em espaços diferenciados, locais onde seja possível organizar eventos.” Por isso, considera que essa possibilidade terá de esperar por outra ocasião. “Ou há um grande investimento ou talvez não seja este o momento”, conclui. n
Marca para comércio A criação de uma marca para o comércio dos centros urbanos de Leiria, Batalha e Porto de Mós é um dos projectos contemplados pela candidatura apresentada pela Agência para a Promoção e Desenvolvimento dos centros urbanos daquelas localidades, recentemente aprovada. Estão previsto investimentos na ordem dos 400 mil euros, para a promoção de actividades de animação e de divulgação do comércio, a manutenção de espaços públicos e certificação de produtos, por exemplo.
Uma zona histórica surpreendente“Aquilo que o torna um centro histórico vibrante, são as pessoas e não os automóveis.” Rita Carmona, mestre em planeamento do território e ordenamento da cidade, considera fundamental devolver as ruas da cidade ao peão, às bicicletas, aos skates - . É preciso, no entanto, antes de tudo, fazer um estudo abrangente, porque há ruas, pelas quais passam uma grande quantidade de automóveis, que terão de manter o seu papel de vias estruturantes para não pôr em causa o normal escoamento do trânsito na cidade.Não é o caso da Rua Direita, aquela que é vista pela urbanista como o caso mais paradigmático em Leiria. “Não há condições para passaram peões e automóveis ao mesmo tempo. As pessoas não se sentem seguras e, por isso, deveria ser cedida ao peão.” “Para agradar a todos é preciso fugir ao fundamentalismo”, diz. ”É necessário jogar com os horários, para permitir cargas e descargas e é fundamental ter oferta de estacionamento. Importante é que o processo seja participado por todos os intervenientes...”Relativamente ao edificado, Rita Carmona considera haver “mais requalificação”. “Se queremos o centro vibrante é essencial que o piso térreo seja ocupado por comércio, cafés, restaurantes...”As iniciativas de animação, tanto públicas como privadas ou mesmo em parceria, são a “melhor forma” de trazer pessoas às ruas da cidade. Segundo Rita Carmona, “não cabe só à administração pública a organização destes eventos. O espaço público é de todos...Os eventos que têm ocorrido pontualmente no centro histórico, com o corte de trânsito em algumas ruas, têm tido muita aceitação. Na Praça Rodrigues Lobo estão permanentemente a acontecer coisas. É este o caminho a seguir.” Espectáculos temáticos, artes plásticas, música, desporto. Tudo são iniciativas “válidas” para dar vida à cidade.Assim sendo, Leiria deve “apostar em espaços de permanência do peão com conforto, segurança e iluminação” e “criar cenários que surpreendam quem passa, com uma estátua, um nicho na parede, um pormenor no chão”, o que no centro histórico “não há”.
Um centro comercial a céu abertoLeiria já tem um gestor do seu centro urbano. Chama-se Paulo Sobreira e é o responsável da Agência para a Promoção e Desenvolvimento dos Centros Urbanos de Leiria, Batalha e Porto de Mós, organismo que está sob a tutela das três autarquias e tem como missão ajudar a insuflar vida nos centros históricos destas localidades.A aposta num mobiliário urbano coerente, na “melhoria e uniformização de esplanadas, toldos, sinalética comercial” é uma das suas iniciativas. O caminho passa pela “cooperação entre comerciantes, moradores, autarquias e associações para criar um modelo de desenvolvimento para o comércio que também passa pela melhoria visual e estética dos espaços”. “É um pouco como ter um centro comercial a céu aberto que existem em várias cidades.”Segundo Paulo Sobreira, já existe uma “articulação forte” entre comerciantes, agência e autarquias para a organização de eventos. Na noite do próximo sábado, duas artérias de Leiria vão encerrar ao trânsito. Na rua Direita, das 19 às 2 horas da manhã, vai realizar-se uma iniciativa que pretende envolver o comércio e que terá animação de rua, noites temáticas nos bares, gastronomia multi-culturais e a apresentação da “brisa de formas”. Na rua Comandante João Belo, encerrada das 20 às 2 da manhã, vai decorrer uma festa ao ar livre, com uma zona lounge com três dj´s convidados.Estas iniciativas vêm ao encontro do que a agência pretende, uma “ligação estreita” entre os eventos e o comércio, que terá de estar activo e aberto, quando há animação. É necessário, pois, ”alterar hábitos nos horários e na circulação automóvel e estacionamento”. No entanto, as lojas não podem estar abertas ao lado de outros edifícios em mau estado de conservação. Em Leiria, há “vários edifícios onde vai ser iniciado o restauro em breve”. Enquanto as obras não começam, a agência está “empenhada” em melhorar o aspecto do centro. As casas “até podem estar a cair por dentro”, mas as fachadas devem estar “minimamente apresentáveis”, afirma Paulo Sobreira. “Recuperar o edificável vai demorar anos, mas até lá pode-se ter a cidade de cara lavada”, conclui.
OPINIÃO 1- Se for eleito quais são as medidas que vai tomar para dinamizar o centro de Leiria?2 - O alargamento pedonal, confinada à Praça Rodrigues Lobo, é uma medida que admite tomar?
Isabel Damasceno, candidata do PSD à CM Leiria1 - A estratégia passa por dar continuidade aos diversos projectos de requalificação e animação que têm sido implementados nos últimos anos, que têm como objectivo a modernização da cidade, dotando-a de condições que permitam a sua fruição, potenciando ao mesmo tempo a sua atractibilidade turística.No que diz respeito a medidas concretas, estas serão apresentadas no âmbito do programa eleitoral da candidatura.2 - Ainda não há nenhuma decisão definitiva. Contudo, subjacente a qualquer decisão, deverá estar a convicção de que a gestão municipal deve agir como mediadora e coordenadora, privilegiando a envolvência comunitária. Uma decisão final sobre esta questão será apresentada no programa eleitoral da candidatura.
Raul Castro, candidato do PS à CM Leiria1 - Um dos problemas do município de Leiria é a tomada de medidas avulsas, ad hoc, sem corresponderem a uma política global, concertada e consistente. Evidentemente que o centro de Leiria necessita urgentemente de ser dinamizado, e essa vai ser uma das preocupações primeiras quando for eleito presidente da Câmara. Mas vamos com toda a certeza, sem alienarmos a obrigação de tomarmos decisões, articular as medidas a tomar com os moradores (há uma Associação de Moradores do Centro Histórico que deve ser chamada a participar) e os comerciantes. Há, no entanto, algumas palavras-chave neste projecto: segurança; animação consistente e consequente; requalificação patrimonial; habitantes (sem habitantes não há vida); oferta comercial abrangente e de qualidade.2 - A pedonalização das zonas históricas é uma realidade na esmagadora maioria das urbes de todo o mundo, com grande êxito. É evidentemente uma medida a ponderar, mas no âmbito do tal projecto global e participado atrás referido. Essa medida isolada, como qualquer outra medida desgarrada e desenquadrada, não terá os efeitos que se pretendem.
Textos: Miguel Sampaio - Jornal de Leiria

23-07-2009

Para quem tem acompanhado o nosso blog, pode verificar que as ideias aqui mencionadas por alguns dos intervenientes nesta noticia são ideias já fornecidas e estudadas por mim, pelo que é um sintoma de que o trabalho até aqui desenvolvido por mim e pelos meus parceiros ( comerciantes e moradores ) está a começar a dar os seus frutos e posso desde já afirmar que isto é só o inicio do principio da nossa historia. A historia de um centro Histórico com futuro.

CENTRO HISTÓRICO DE LEIRIA

O SONHO CHAMADO F 16








O cockpit de um F16 supersónico será sempre um sonho, mas quando o sonho fica as uns escassos 6 degraus, vale a pena sentir a emoção palpitar entre um sorriso e um degelo amargo de espera para colocar o primeiro pé no degrau e sentir o nosso sonho ser uma realidade. Foi o que se sentiu no CHLeiria esta semana.

CENTRO HISTÓRICO DE LEIRIA

quarta-feira, 22 de julho de 2009

LARGO CÓNEGO MAIA

Requalificação do Largo Cónego Maia tem início dia 27 de Julho

As obras de valorização e requalificação do Largo Cónego Maia, em Leiria, terão início na próxima segunda-feira, dia 27 de Julho, com uma duração previsível de 60 dias.Subjacente a esta intervenção está a necessidade de dar unidade a este Largo, valorizando o espaço pedonal em detrimento das vias de circulação automóvel e dando importância à escadaria de acesso à Sé.Proceder-se-á à eliminação de parte do arruamento que ladeia o muro da Sé, passando a circulação automóvel a fazer-se exclusivamente através da via situada a Poente, que passará a ter dois sentidos.Todo o Largo será pavimentado com o mesmo tipo de material, sem diferenciação de cotas entre as zonas pedonais e de viaturas, de modo a acentuar o carácter unitário da intervenção.Na zona pedonal foi criado um desenho no pavimento em calçadinha, que pretende acentuar a importância do acesso ao adro da Sé e reforçar o carácter de permanência do espaço.Ao nível do novo mobiliário urbano, as zonas pedonais serão protegidas do acesso a viaturas através de pilaretes em aço pintado, serão colocados bancos idênticos ao modelo utilizado no Largo da Sé, mas sem costas, para além da colocação de papeleiras e de nova iluminação pública.No período das obras de requalificação, haverá a necessidade de proceder às seguintes alterações ao trânsito automóvel: será encerrado o acesso à Rua D. Sancho I, e o sentido do trânsito será invertido na Rua Almeida Garrett e na Rua da Vitória, que passarão a dar acesso ao Largo da Sé e à Rua Barão de Viamonte (Rua Direita). Assim, a única saída do Largo da Sé será pela Rua Barão de Viamonte. A valorização e requalificação do Largo Cónego Maia insere-se no PALOR - Programa de Acção para a Regeneração Urbana do Centro Histórico de Leiria
Leiria, 21 de Julho de 2009

Oficio da Câmara Municipal de Leiria

CENTRO HISTORICO LEIRIA

segunda-feira, 20 de julho de 2009

MAIS UM BOM EXEMPLO


Proprietários dinâmicos e empenhados meteram mãos na " massa " e toca a recuperar e a dar o exemplo de quem quer o melhor para o CHLeiria, nunca até hoje houve uma vontade forte e concertada de recuperar os edifícios como agora e tudo isto devido à enorme paixão daqueles que de facto vivem o CHLeiria. Protocolos com empresas de pequenas reparações e pintores foram assinados e ai está o centro a ter uma cara nova.
Depois do prédio com o nº.12 estar concluído e novo em folha, eis que o proprietário da Chapelaria Liz, O Sr. Manuel segue o ritmo da dinâmica e prepara o seu prédio para receber uma nova imagem, o sucesso do CHLeiria passa por ter esta postura de dinâmica e não de mal dizer como os " velhos do Restelo ". Que insistem em opinar sem vez de avançar com ideias e obra.

Somos diferentes de tudo e de todos porque simplesmente fazemos.

CENTRO HISTÓRICO DE LEIRIA

PROGRAMA DO 50º ANIVERSÁRIO DA BASE AEREA DE MONTE REAL
























































BASE AÉREA DE MONTE REAL ABERTA À COMUNICAÇÃO SOCIAL


No âmbito das comemorações do 50º Aniversário da Base Aérea de Monte Real e com a motivação de “Rever o Passado”, “Solidificar o Presente” e “Preparar o Futuro”, aquela Base Aérea abre as portas, no dia 22 de Julho de 2009 à Comunicação Social e aos fotógrafos amadores de motivos aeronáuticos e entusiastas da aviação em geral.Este evento, que conta com demonstrações de aeronaves de combate, nacionais e de países aliados, constitui o ponto alto de um programa que inclui:
20JUL – Inauguração da exposição fotográfica “50 Anos a Defender Portugal”, na Livraria Arquivo

Leiria;21JUL a 23JUL – Exposição Aeronáutica no Largo Rodrigues Lobo

Leiria;22JUL – Dia dos aficionados da aviação e da Comunicação Social, na Base Aérea:Actividade de aeronaves de combate nacionais e estrangeiras;Demonstração de acrobacia por uma aeronave civil;Demonstração de acrobacia dos rotores de Portugal;Demonstração de acrobacia dos Asas de Portugal;Apresentação de um F16 português com a pintura dos 50 Anos da Base.

26JUL – Dia de Base Aérea aberta ao público em geral:Exposição de modelismo aeronáutico;Demonstração de aeromodelismo;Demonstração de falcoaria;Exposição estática de aeronaves de combate;Demonstração de acrobacia por uma aeronave civil;Passagens aéreas de F16;Baptismos de voo em C130.

NOTA ÁS REDACÇÕES - O evento de dia 22JUL irá proporcionar a possibilidade de recolher imagens únicas, pelo que se solicita aos Órgãos de Comunicação Social interessados em estarem presentes na Base Aérea de Monte Real, a confirmação da sua presença para as Relações Públicas da Força Aérea – 93 365 20 32PO Air Force Public Relations
CENTRO HISTÓRICO DE LEIRIA

quarta-feira, 15 de julho de 2009

ENVIO DO ABAIXO ASSINADO

No seguimento do abaixo-assinado, relacionado com a Loja do Cidadão, foi enviado para os 4 organismos responsáveis pela instalação da loja do cidadão, um dossier com as mesmas.
Enviamos um dossier muito completo com toda a fundamentação necessária para sustentar a nossa preocupação e a necessidade do investimento para Leiria e na zona escolhida - O centro Histórico de Leiria.
O numero de assinaturas superou as expectativas, sinal que os Leirienses se preocupam com a sua cidade, como e sempre que se justifica têm uma participação cívica activa, forte e marcante. A todos que se juntaram a este manifesto de apoio ao Centro Histórico Leiria um bem haja e um obrigado de todos aqueles que se envolveram na recolha das mesmas. Os comerciantes agradecem a todos, o apoio manifestado nesta nossa luta pela cidade e pela sobrevivência da mesma. Quem é grande acredita no potencial de quem o envolve e nas pessoas da sua cidade e nós acreditamos nos Leirienses genuínos.

Obrigado Leirienses.

CENTRO HISTÓRICO DE LEIRIA.

sábado, 11 de julho de 2009

3ª. MARATONA DE PINTURA - AO VIVO









A Pintura é vida sem demagogia e filosofia, sem o talvez ou o de....
É presente e activa, onde quem a faz se torna actor no palco da cidade viva e presente.
Nos lugares escuros de uma casa somente se guardam os quadros e as obras já feitas ou de valor, porque o que se pretende é o espírito de fazer, e ter a presença de estar, onde ? aqui, todos os dias.
E aqui faz-se .... mais uma história de cultura.
CENTRO HISTÓRICO DE LEIRIA

3ª. MARATONA DE PINTURA



Desta vez num formato novo a Maratona transforma-se numa meia maratona, com um incremento em visibilidade e participação. Será realizada no exterior e no centro da cidade de Leiria, na Praça Rodrigues Lobo e estará aberta a todos aqueles que queiram participar. Trazendo ou não material para pintar haverá espaço para todos os que queiram agarrar num pincel e pintar, dando largas à sua imaginação e expressividade.A iniciativa conta ainda com o apoio dos estabelecimentos de restauração da Praça.“A bem sucedida experiência de concertos na montra da segunda maratona será agora apresentada numa versão revista e num formato de upgrade para concertos numa secretária”, explica João Pedro dos Santos, da organização. Durante a tarde e a noite, de meia em meia hora, terão lugar micro concertos na secretária que o a9)))) irá montar no meio da praça, em substituição do tradicional palco. Os pintores de serviço doarão uma pintura que será leiloada às 19:30 horas a favor d’Os Malmequeres.Falta acrescentar que a 3ª Maratona é meia porque decorre entre as 11 horas da manhã de sábado, dia 11, e a 01 hora da manhã de domingo, dia 12 de Julho.

Programa

- 11 horas – Início da maratona de pintura

Música na secretária – Parte 1

14 horas – Twin Transistors

14:45 horas – André Castela

15:30 horas – Mr. Bones: One Man Rock Band

16:15 horas – Marciano

17 horas – Pedro Miguel (dj Schmeichael)

17:45 horas – Gil Jerónimo

18:30 horas – Cova: buraco na Praça

19 horas – Leilão de pintura

21 horas – Projecção de vídeo

Música na secretária – Parte 2


21 horas – Carlos Martins

21:45 horas – Doctor Majick/Mr. Short

22:30 horas - Ninjas!

23:15 horas - Sinestetas Albinos

24 horas - Nuno Rancho


Noticia : Jornal de Leiria

CENTRO HISTÓRICO DE LEIRIA

domingo, 5 de julho de 2009

SEGURANÇA COM FUTURO E PARA O FUTURO

2º - Segurança

As cidades são espaços de concentração da actividade economica e da população activa, que exercem um papel central na difusão da cultura, das inovações tecnológicas, e de serviços sociais básicos. A concentração das actividades comerciais e produtivas e das pessoas no espaço urbano confere eficiência e competitividade à economia, tornando as cidades o centro dinâmico do desenvolvimento social. Entretanto, a cidade também concentra a pobreza e os grandes problemas sociais da sociedade, resultado do processo desordenado de ocupação e uso do espaço.
As cidades, que consigam representar e implementar bem a base do desenvolvimento social, serão aquelas que podem e devem irradiar a violência e a pobreza, pois estas 2 concentram-se nas cidades em paralelo com o desenvolvimento económico e social. Se Leiria se empenhar no desenvolvimento económico este gera riqueza, logo emprego, deixando de existir degradação social, mas também mais atenção para os jovens.
O emprego e a ocupação de jovens desempregados através de parcerias públicas/ privadas deixam a criminalidade sem espaço de manobras pois os seus potenciais actores estarão ocupados no tecido empregador da cidade, não comprometendo a eficiência e a competitividade económica da cidade. Tendo uma população activa o crime e a delinquência deixa de ter espaço na cidade.
Os bairros sociais devem pois deixar de estar degradados e com equipas sociais que apoiem os seus habitantes desocupados com acções de ocupação cívica, em prol do seu bairro, fortalecendo não só a educação académica como a profissional, uma acção social cívica forte leva a que as populações sintam o seu trabalho como valido, logo irão ser defensores do equilíbrio e recuperação dos bairros sociais onde se encontram inseridos, noutros países, programas como a jardinagem, trabalhos de carpintaria, ocupação social como o apoio a idosos e a crianças, aprendizagem de trabalhos manuais e em desuso (carpinteiros, sapateiros, encadernadores, etc.) levam à criação de emprego valiosos e duradouros e muito procurados hoje em dia.
A cidade deve ser um centro de inovação e iniciativas empresariais em dois aspectos: primeiro pela introdução de métodos com gerências modernas e empresariais no sistema de planeamento e gestão da cidade, para garantir eficiência e eficácia na administração municipal; e, em segundo lugar estimulando a capacidade e iniciativa empresarial na população, particularmente entre os jovens dos bairros pobres, onde se concentram o desemprego.
A cidade empreendedora e dinâmica deve ter um projecto colectivo de futuro que mobilize e estimule a sociedade para este projecto e este projecto deve ser liderado e assumido pelas entidades públicas, Câmara, junta Freguesia, institutos públicos de ensino, em parceria com empresas e empresários da cidade. Por outro lado, a cidade deve tomar iniciativas e implementar projectos transformadores que criem um ambiente de inovação capaz de atrair pessoas qualificadas e empreendedoras, principalmente jovens talentos.
A existência de um ambiente de inovação e competitividade na cidade requer a redução significativa da violência para criar um espaço público de segurança para o cidadão e para os negócios. Adicionado a estas políticas de ocupação social, um plano de intervenção cívica pela PSP, onde uma palavra amiga e o incentivo à cidadania, seja o pilar entre as forças de autoridade e a população, principalmente a mais jovem. Onde a noite seja vista pela PSP como um espaço de divertimento e não espaço de delinquência e de malfeitores. Os jovens fruto da sua juventude são irreverentes mas também facilmente moldados aos princípios da boa educação. Esta acção deverá ser iniciada e apoiada por políticas sociais que ofereçam à juventude escolar, uma nova qualidade de aprendizagem, capacitação profissional, oportunidades de trabalho, actividades culturais e desportos saudáveis, afastando os jovens do ambiente das drogas e delinquência, entre a fronteira da criminalidade e a irreverência, existe somente um traço. Um ambiente de inovação na cidade depende ainda da recuperação dos espaços urbanos desordenados e degradados da periferia e do centro histórico, exigindo investimentos de reorganização e requalificação urbana; os negócios não podem prosperar onde predomina a violência, a marginalidade e a desorganização urbana e a desertificação de investimento urbano.
A cidade dinâmica deve ser também o espaço de excelência dos empresários que descubram oportunidades de negócios e apostem directamente em empreendimentos produtivos que geram riqueza e emprego; que não esperam pelos governos e assumem também as responsabilidades pelo desenvolvimento da cidade, ao mesmo tempo em que crescem com seus próprios negócios. Neste aspecto cabe à gestão das cidades a criação das condições socioculturais e urbanas adequadas para os empreendimentos da sociedade, estimulando a formação de uma cultura de inovação, criatividade e iniciativa na população, principalmente entre os jovens. Os políticos da nossa cidade devem, portanto, actuar como empreendedores na audácia empresarial, criando o ambiente favorável ao florescimento dos pequenos negócios no centro histórico e ao apoio e incentivo a condições de negócios alternativos para os jovens empresários, com especial destaques para os que pretendem investir em zonas desertificadas, com politicas de marketing.
Estas politicas de criação de riqueza terá como consequência uma cidade ocupada, dinâmica, empreendedora onde a juventude terá um papel importante, a estas politicas de acção social, deveriamos adicionar pólos de apoio aos desempregados, assim como a criação de uma linguagem positiva e a criação de uma mentalidade empreendedora, onde a palavra pobreza deverá ser banida e em seu lugar seja criada uma onda de novas oportunidades. Trabalho comunitário em vez de subsídio-dependência, estas deve ser orientados pela câmara municipal em parceria com a segurança social e empresas existentes no centro da cidade para que o acompanhamento ao indivíduo seja permanente e não esporádico. Assim o indivíduo terá a certeza da sua importância e não mais um no meio de tantos, onde o apoio e investimento ao individuo não se transforme num numero estatístico, mas sim num investimento ganho.
Nenhuma medida isoladamente terá capacidade de reverter o círculo vicioso de pobreza, desemprego, violência e desagregação social, formando cidades empreendedoras. A responsabilidade central deverá ser dos gestores públicos, combinando a repressão ao crime com as acções e investimentos sociais e urbanos, e criando o ambiente de inovação na cidade. Mas deverá caber também à sociedade e aos empreendedores privados a responsabilidade pelo desenvolvimento da nossa cidade, através das suas iniciativas empreendedoras para aproveitamento das oportunidades de negócios, tornando-se parceiros dos gestores públicos na nova cidade Leiria Sec. XXI. Onde a escola deverá também ter o papel sempre importante na educação e no desenvolvimento de um individuo forte e são.

Continua...

CENTRO HISTÓRICO DE LEIRIA

UMA LEIRIA INOVADORA COM TRADIÇOES DE BAIRRO.

Queremos uma cidade inovadora, com ideias futuristas, com visão estratégica para sair da periferia nacional em que se encontra e a capacidade de potencializar a fixação de jovens e recuperação da dinâmica de se afirmar como uma cidade central e fundamental para o desenvolvimento nacional (TGV).
Para tal é necessário, primeiro ter a mente limpa, com pessoas novas, sem depender de partidos ou poderes já instalados. Leiria precisa de pessoas, de e para Leiria, e não do partido A ou B. Como várias cidades europeias tiveram a coragem de assumir e concretizar, as cabeças independentes foram as escolhidas para levarem avante os projectos e recuperação das novas “ velhas “ cidades.
A cidade precisa de ser inovadora para poder recuperar o tempo perdido, para isso sublinho os principais pontos de afirmação para o futuro.
- Recuperação do edificado.
- Segurança.
- Transportes públicos.
- Politica de estacionamento
- Plano rodoviário.
- Plano Solidário presente activo.

1 – Recuperação do edificado.

Criação de um gabinete de crise para reavaliar o edificado e com base nos estudos já existentes e com a utilização dos técnicos da câmara municipal, colocar em curso a aprovação ou discussão dos projectos existentes na CMLeiria. Tratamento com carácter de urgência (período fixado em dias, através de uma concertação das várias partes implicadas – ordem dos engenheiros, arquitectos, etc.) dos projectos que já deram entrada na CMLeiria. No caso dos projectos embargados, criação com carácter de urgência de um consenso técnico para a resolução do conflito, entre o responsável e os técnicos da CMLeiria, sempre tendo como suporte o interesse da cidade e não o interesse ou em muitos casos da prepotência dos mesmos. No caso da falta de resolução, estabelecer penalizações onerosas para ambas as partes.Com estas penalizações duras estaríamos certos que o bom senso faria avançar os processos. Responsabilizar os funcionários camarários pela falta de cumprimento dos prazos, assim como penalizar o promotor do projecto na falta de cumprimento dos prazos de conclusão das obras, e áreas envolvente (área de domínio publico – exemplo: passeios e estaleiros de obra). Informatizar o Dep. Técnico para que a consulta dos processos fosse possível ser efectuado sem ser necessário a ida à CMLeiria.

Continua….

CENTRO HISTÓRICO DE LEIRIA

sexta-feira, 3 de julho de 2009

BASE AÉREA DE MONTE REAL - 50 ANOS.


Base Aérea abre portas a aficionados e civis no aniversário Apesar da data efectiva de aniversário ser apenas a 4 de Outubro, a Base Aérea n.0 5 (BA 5) de Monte Real começa os festejos durante o mês de Julho.O programa da festa foi apresentado, ontem, pelos comandantes de grupo de apoio e operacional, Joaquim Pereira e João Pereira, respectivamente. Na tentativa de criar "uma sinergia os civis", o programa foi pensado para chegar a vários públicos, nomeadamente comunidade circundante, aficionados da aviação, familiares e família militar. "Queríamos fazer algo em grande, porque a BA 5 também é muito importante dentro da Força Aérea", começou por dizer o Tenente-Coronel João Pereira. O programa prevê dois momentos distintos. Numa primeira fase, de 20 a 26 de Julho, as iniciativas previstas contemplam a comunidade civil. Além de uma Feira de Aeronáutica, na Praça Rodrigues Lobo e junto à Caixa Geral de Depósitos de Leiria, está previsto um 'Spotters Day', onde os amantes da fotografia vão ter localização privilegiada junto à pista, e um 'Dia Base Aberta'. A 12 de Outubro começa a segunda fase mais virada para a 'família militar' e contempla um 'Dia da Família'e um concerto com a banda da Força Aérea, no Teatro José Lúcio da Silva.Os festejos do 50.0ºaniversário da base terminam a 23 de Outubro, com uma cerimónia "puramente militar". "Não estamos atrasados. A Força Aérea Portuguesa mudou para melhor, nos últimos anos. Passámos da quantidade à qualidade. E é isso que queremos que as pessoas vejam", concluiu o comandante do grupo operacional. As expectativas são elevadas. Os dois responsáveis estão confiantes no sucesso da acção e esperam "que as pessoas adiram"."Fazemos isto de maneira apaixonada e paralela ao nosso trabalho diário. Temos um conjunto de pessoas a preparar cada actividade", revelaram. Lançamentos exclusivosOntem, foi lançado um relógio comemorativo, de edição limitada. O público-alvo preferencial são os militares e os civis da BA 5 e só depois os aficionados. No dia 21 de Julho, primeiro dia dos festejos oficiais, é apresentado o livro oficial dos 50 anos, que decorre na Livraria Arquivo, em Leiria.

É URGENTE REPOVOAR O CENTRO HISTÓRICO

É URGENTE REPOVOAR O CENTRO HISTÓRICO.

" Há uma desertificação
do próprio centro histórico.
Em nenhum lado nenhum
comércio vinga se
não houver população residente.
É necessário virar a
página. Que seja a população
a suportar o comércio
e não o comércio a suportar
o centro histórico.
A iniciativa das ‘migas
solidárias’ provou que é
possível ter um centro histórico
dinâmico. Este espaço
foi abandonado pela
autarquia nos últimos dez
anos. Neste momento existe
cá mais comércio do que
pessoas a viver. E esse seria
um problema fácil de resolver,
se houvesse vontade.
Bastava à Câmara assumir
a sua responsabilidade. Em
vez de incentivar à recuperação,
incentiva ao abandono,
veja-se o exemplo de um
edifício da autarquia [‘buraco’
da Rua Direita] que está
há 18 anos à espera de ser
recuperado. E depois como
é que se pode sobreviver
numa rua que tem o trânsito
obrigatório a passar aqui
ao domingo?”

Luís Ferreira,
comerciante
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A LENTA AGONIA DE UMA VELHA ZONA COMERCIAL

" Aqui vivia-se a centralidade
de Leiria. Dizia-se que
esta zona era a nossa Rua do
Ouro (como a de Lisboa).
As lojas vingavam porque
havia pessoas, havia serviços,
bancos e médicos estavam
aqui concentrados. Havia
pessoas a morar, e hoje
não há. Isto está a morrer há
30 anos, com maior ênfase
nos últimos dez. E isto dos
saldos antecipados são os
comerciantes que estão a enganar-
se a eles próprios. Deviam
era ter margens mais
baixas ao longo do ano, e não
enveredar por esta via. Se a
autarquia não tiver cuidado,
tudo isto vai morrer. A única
hipótese é trazermos para cá
a Loja do Cidadão. Ou para o
D. Dinis ou para aquele edifício
onde funcionou a Casa
de Saúde ou o Colégio Correia
Mateus, que na minha
opinião era o ideal. Embora,
depois da reunião na Câmara,
fiquei com a ideia de
que já está tudo ‘cozinhado’.
A Associação Comercial
também deveria ser mais
reivindicativa”.

António Fernandes,
comerciante
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CENTROS COMERCIAIS QUE PASSARAM DE MODA

" Quando o comércio não
vinga, a culpa não é do sítio.
Tem de se adaptar o comércio
ao local. Acredito que
há sempre um negócio para
um sítio. No centro histórico,
por exemplo, a percentagem
de idosos é elevada.
Por isso, devia haver comércio
vocacionado para eles.
Preferia que a Loja do Cidadão
fosse para o centro histórico.
Acho que podia ajudar
aquela zona da cidade.
No entanto, também é preciso
que haja mais colaboração
entre os comerciantes.
As lojas deviam abrir quando
há actividades, por exemplo.
Quanto aos centros comerciais
que estão a ficar ao
abandono: é a evolução normal
das coisas. Os centros
comerciais pequenos já foram
moda. Agora o consumidor
tem pouco tempo e as
lojas têm de estar concentradas.
Tem de haver multiplicidade
de negócios, tem de
haver ordenamento. Mas a
Câmara não pode fazer nada
quanto a isso, têm de ser os
comerciantes a escolher
onde querem apostar".

Paulo Sousa, presidente
da ACILIS
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Três visões diferentes, mas o sentimento é único: dinamizar, recuperação e elevar o centro histórico de Leiria à grandeza que outrora tinha por forma da estratégia que o mesmo assumiu em Leiria.
CENTRO HISTÓRICO DE LEIRIA

ROTEIRO PELOS CENTROS COMERCIAIS QUE PASSARAM DE MODA.

Texto dePaula Sofia Luz e Sandra Mesquita Ferreira Fotos deArquivo / Joaquim Dâmaso

Se um dia destes chegar àquela loja e bater com o nariz na porta, não se admire. É apenas mais uma que fechou, em Leiria. Uma entre muitas. Como a loja do sapateiro no Edifício 2000, que esteve um mês aberta, para cúmulo do que pode ser a falta de sucesso no negócio. Como a(s) de roupa, no Centro Comercial D. Dinis, ou a de sapatos no Maringá. Ou, ainda, a de ourivesaria do Mercado de Santana. Para não falar das que desistiram de remar contra a maré, no Centro Histórico. Salva-se (por enquanto), neste registo de má sorte, a Avenida Heróis de Angola, paredes meias com a Mouzinho de Albuquerque, onde moram dois exemplos de sucesso nos tempos modernos: a Zara, no antigo Paço Episcopal, e a dupla Berska/Mássimo Dutti, no edifício Garage. É a vitória do franchising sobre o comércio tradicional, num espaço agora comum. É que, em tempos não muito distantes, as marcas procuravam antes os centros comerciais, conceito que parece estar igualmente a fazer inversão de marcha. A cidade de Leiria tem alguns exemplos maiores para partilhar: as galerias Alcrima (junto ao Teatro José Lúcio da Silva), pioneiras no conceito; o Centro Comercial Maringá, o Lis, o D. Dinis. Os pisos térreos ainda conseguem disfarçar movimento, mas à medida que subimos baixam-se as expectativas. No Maringá e D. Dinis, os pisos de cima que respiraram vitalidade em tempos são agora pão para a boca de imobiliárias. O fenómeno é muito anterior à crise. Há espaços que parecem (mal)fadados, embora a conversa não agrade a comerciantes e proprietários. A fisionomia da cidade alterou-se muito na última década, período considerado como responsável pela “ machadada final”. A verdade é que a generalidade dos comerciantes deposita agora grande esperança na futura Loja do Cidadão. Vale tudo menos o Estádio, parece ser a convição. Dos nove locais apontados, vários coincidem com o roteiro de espaços em agonia elencados esta semana pelo nosso jornal. Os que se mantêm de porta aberta e esperança no dia de amanhã terminaram este Junho com descontos e promoções, nalguns casos (quase) nunca vistos em período de Saldos.Ainda assim, poucos são os comerciantes que acedem falar da verdadeira razão que leva uns a fechar portas e outros a abrir uma época de promoções antecipadas. Talvez porque – como rezava o sugestivo tema da conferência que promoveu debate entre muitos, e acompanhou a tomada de posse dos novos órgãos da ACILIS - “um comerciante não fala em crise”. Só a sente.

Noticia do jornal " Regiao de Leiria " - 03.07.09.

CENTRO HISTORICO DE LEIRIA

quinta-feira, 2 de julho de 2009

“ARTE 3-METER A ARTE DA PRAÇA NA RUA DA GRAÇA”.

Visitamos a galeria ARTE 3-METER A ARTE DA PRAÇA NA RUA DA GRAÇA e fomos surpreendidos com a fantástica envolência da exposição e de toda a simplicídade e beleza da própria galeria. Linhas simples, belas e no ar a envolvência de historias num local com historia.

As exposições combinam entre si e têm em comum o mesmo objectivo : ser solidário.

PINTURA VARATOJO ---- ESCULTURA ABÍLIO FEBRA -- FOTOGRAFIA PAULO CUNHA

O evento conta com a coordenação de Francisco Figueiredo, Designer Paula Mar, apoio à produção de Victor`s Decoração e Quadrifonia e colaboração da Câmara Municipal de Leiria, Rogério Torcato e Família e Imobiliária Lima-litoral.

O evento pretende apoiar a Associação Portuguesa de Paralisia Cerebral de Leiria e irá realizar-se durante os meses de Julho, Agosto e Setembro.

Em Leiria existe cultura " Vero "


Visita obrigatória.
CENTRO HISTÓRICO DE LEIRIA




RECUPERAR + EMBELEZAR = DINAMIZAR




Numa iniciativa da Agência UAC, o Dr. Paulo Sobreiro contactou os moradores e propriétarios dos edifícios da Rua Barão Viamonte para numa primeira fase darem inicio a pequenas reparações e pinturas nos edifícios ali existentes. Esta 1ª. fase consiste na pintura das fachadas e na reparação das paredes, telhados, janelas e algumas reparações que possam não só melhorar as condições de vida dos habitantes e segurança do edificado, mas e também promover um melhoramento substancial no edificado de forma a que o centro histórico fique com uma cara com menos rugas. Este pequeno lifting tem o patrocínio das tintas Robbialac, que fornece as tintas para as pinturas e todo o material para as reparações com descontos de 50%.

De sublinhar que a Robbialac escolheu juntamente com o Gab. da Arqª. Vitoria, as matérias primas, assim como as técnicas a utilizar por forma a que a fachada dos edifícios não sofra alterações ás fachadas iniciais, ou seja foi efectuado um estudo sobre todo o edificado do centro histórico.

Certos que esta 1ª. fase dará num futuro próximo, uma forte motivação para que os poderes locais dêem mais atenção ao centro histórico de Leiria. Gostaríamos de agradecer também ao executivo da Câmara Municipal de Leiria, a ajuda logística e o apoio técnico cedido, na pessoa da Arqª. Vitoria.
Os trabalhos começaram no dia 29.06.09 e irão prolongar-se por 10 dias, estando a rua com o acesso automóvel limitado aos comerciantes e moradores.

O centro histórico de Leiria já dá mostras da importância que já teve, tem e terá para a cidade de Leiria.

A união de esforços entre os moradores, comerciantes e autarquia irá fazer do centro histórico o novo centro comercial que Leiria tem, mas que está ainda adormecido.
CENTRO HISTÓRICO DE LEIRIA

quarta-feira, 1 de julho de 2009

CONTROLE HACCP


O evento das Migas da solariedade teve como responsavel pelo controlo de HACCP na area alimentar, na restauraçao e controle dos alimentos um tecnico credenciado para o efeito ( o nome do tecnico foi retirado por respeito ao seu bom nome e à minha amizade para com o mesmo ), que ofereceu os seus serviços de forma graciosa, para que assim este evento estivesse devidamente regulamentado e a higiene atingisse o nível de segurança máximo exigido por lei.

O trabalho por ele desenvolvido foi já sublinhado pelas autoridades competentes como um trabalho a ser seguido por outros, nomeadamente pela restauração, visto o evento estar muito acima dos parâmetros exigidos por lei.

Como o nosso lema é a qualidade, ficamos deveras satisfeitos pelo reconhecimento.
Estando neste momento as entidades competentes a diligenciar todos os meios para que os prestadores de serviços na área da restauração e similares fiquem informados sobre as novas normas e leis, e assim motivados para que se enquadrem dentro das novas regras e fiquem certificados conforme a lei, quer nas na áreas do HACCP, quer noutras já em vigor.
Estamos certos que assim a restauração e similares do centro histórico de Leiria passam a ser uma mais valia ao prestarem um serviço de excelência ao Leiriense, assim como ao turista que nos visita, devido ao facto da grande maioria já estar a seguir as novas regras.

CENTRO HISTÓRICO DE LEIRIA