sábado, 23 de janeiro de 2010

TEMPLO S. PEDRO - CHLEIRIA


O presente templo de S. Pedro foi o segundo a ser construído em Leiria, datando provavelmente do final do século XII, embora seja, por vezes, remetida a sua fundação para a centúria seguinte. Depois da Igreja da Pena, erigida no reinado de D. Afonso Henriques e reconstruída no século XIV, S. Pedro serviu de Sé até 1574, data em que o cabido se mudou para a nova catedral iniciada em 1559. Na transição do século XII para o XIII ampliou-se a frontaria, que foi deslocada, em detrimento, provavelmente, do original campanário.
À medida que a sua área paroquial foi restringida, também seria progressivamente esquecida e desactivada, até que de celeiro passou a teatro (até 1880), acumulou desperdícios e finalmente terminou em baldio. De 1933 a 1937 sofreu obras de beneficiação e restauro por parte da D.G.E.M.N., reabrindo ao culto em 1940.
O templo insere-se no estilo românico, abrindo-se na fachada através de pórtico que enquadra quatro arquivoltas definidas por arco de volta perfeita, assentes em fustes cilíndricos, sobrepujados por capitéis zoomórficos - nas aduelas das arquivoltas encontra-se decoração esculpida de botões. O pórtico insere-se em gablete com cimalha ornada de renque de figuração humana esculpida. Na cabeceira corre exteriormente cachorrada de cabeças de carneiro e palmas estilizadas, para além de algumas siglas. Uma rosácea, e diversas frestas inseridas na estrutura da parede do fundo das absidais (sobre os arcos dos absidíolos), fornecem iluminação. Sobre as frestas corre cordão relevado com decoração esculpida de cariz vegetalista.
O interior do templo é de nave única com cobertura de madeira. Possui abside ladeada por dois absidíolos com abobadamento em meio canhão, comunicante com a nave por arcos de volta perfeita, de volumosa molduração e capitéis românicos. A capela-mor, bastante profunda, apresenta dois arcos apoiados em colunas praticamente inseridas na espessura da parede, sobrepujados por capitéis fitomórficos. Tal como os absidíolos, apresenta cobertura abobadada. Os três altares da abside e os colaterais foram fruto da reconstrução de 1940.


CENTRO HISTÓRICO LEIRIA

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

O mercado de centros comerciais atingiu o ponto de saturação e está já a prejudicar o comércio nacional. Um em cada cinco retalhistas diz não haver mais espaço para abertura de novos shoppings e 10% pensam reduzir o número de lojas.

Segundo última edição do "Inquérito aos Retalhistas 2009", da consultora imobiliária Cushman & Wakefield, num universo de mais de 80 empresas, 79% dos retalhistas dizem não haver margem para a criação de novos centros comerciais. O crescimento da oferta de espaços comerciais foi o factor que mais afectou o sector do comércio em 2009, seguindo-se o endividamento das famílias, o desemprego e a quebra na confiança do consumidor. Factores como a deterioração do comércio de rua e a inflação são agora bem menos preocupantes para os retalhistas do que eram em 2007 e 2008.

O cenário que o sector atravessa não é favorável e, se nas duas primeiras edições do inquérito nenhum retalhista apontava a estratégia de redução como opção, cerca de 10% consideraram reduzir algumas lojas da sua cadeia em 2009. Esta redução irá ter repercussões no emprego, no entanto, esta categoria não foi contemplada nas conclusões do inquérito. Mas a maioria das marcas não se resigna e continua a apostar numa estratégia de crescimento. Segundo as conclusões do inquérito, os retalhistas procuram novas oportunidades, quer pela via da expansão para novos mercados, quer pela aposta na revitalização do comércio de rua. E embora os centros comerciais sejam ainda o canal preferencial para a expansão das lojas, este formato tem vindo a perder terreno para o comércio tradicional, que reuniu 36% das preferências. Quando se fala em expansão geográfica, os retalhistas continuam a eleger o mercado ibérico, os países da Europa central e o Brasil, como os mais procurados. Mas, pela primeira vez, 4% dos retalhistas referiu Angola como destino de eleição.

Na opinião dos retalhistas, a Sonae Sierra continua a ser a líder nos espaços comerciais, com destaque para o Centro Colombo, NorteShopping e Centro Vasco da Gama, que concentraram 80% das preferências.



Em Leiria o novo Centro Comercial LeirisShopping abre dia 25 de Março de 2010.



CENTRO HISTORICO LEIRIA

O PAÍS ESTÁ CHEIO DELES, MAS... VEM MAIS UM A CAMINHO.


O mercado de centros comerciais atingiu o ponto de saturação e está já a prejudicar o comércio nacional. Um em cada cinco retalhistas diz não haver mais espaço para abertura de novos shoppings e 10% pensam reduzir o número de lojas.

Segundo última edição do "Inquérito aos Retalhistas 2009", da consultora imobiliária Cushman & Wakefield, num universo de mais de 80 empresas, 79% dos retalhistas dizem não haver margem para a criação de novos centros comerciais. O crescimento da oferta de espaços comerciais foi o factor que mais afectou o sector do comércio em 2009, seguindo-se o endividamento das famílias, o desemprego e a quebra na confiança do consumidor. Factores como a deterioração do comércio de rua e a inflação são agora bem menos preocupantes para os retalhistas do que eram em 2007 e 2008.

O cenário que o sector atravessa não é favorável e, se nas duas primeiras edições do inquérito nenhum retalhista apontava a estratégia de redução como opção, cerca de 10% consideraram reduzir algumas lojas da sua cadeia em 2009. Esta redução irá ter repercussões no emprego, no entanto, esta categoria não foi contemplada nas conclusões do inquérito. Mas a maioria das marcas não se resigna e continua a apostar numa estratégia de crescimento. Segundo as conclusões do inquérito, os retalhistas procuram novas oportunidades, quer pela via da expansão para novos mercados, quer pela aposta na revitalização do comércio de rua. E embora os centros comerciais sejam ainda o canal preferencial para a expansão das lojas, este formato tem vindo a perder terreno para o comércio tradicional, que reuniu 36% das preferências. Quando se fala em expansão geográfica, os retalhistas continuam a eleger o mercado ibérico, os países da Europa central e o Brasil, como os mais procurados. Mas, pela primeira vez, 4% dos retalhistas referiu Angola como destino de eleição.

Na opinião dos retalhistas, a Sonae Sierra continua a ser a líder nos espaços comerciais, com destaque para o Centro Colombo, NorteShopping e Centro Vasco da Gama, que concentraram 80% das preferências.

Em Leiria o novo Centro Comercial LeiriaShopping abre dia 25 de Março de 2010.


CENTRO HISTORICO LEIRIA

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

O TEMPO MARCA OS NOSSOS DIAS





Na ultima noite o mau tempo fez-se notar no CHLeiria e deixou alguma mazelas. Temo que o mau tempo nos traga mais algumas desagradáveis surpresas.
CENTRO HISTÓRICO LEIRIA



domingo, 10 de janeiro de 2010

POR ONDE ANDAS TU MEU AMIGO.


Como diz o povo, " ano novo, vida nova" e com este ensinamento popular que aqui deixo um desafio a todos que gostam ou dizem gostar do CHLeiria, que façam pelo CHLeiria aquilo a que se proponham fazer no inicio das suas tarefas e ideias, não basta criticar é preciso agir. Até agora nada fizeram, e para todos aqueles que se auto-intitularam renovadores, inovadores ou sei lá mais o quê, que tanto alarido fizerem, que já me esqueci... O que eu vejo é que, eu parei de fazer e... o movimento parou..., as portas começaram a fechar..., as ideias desapareceram, os jokers esconderam-se da cena.
Hibernaram todos aqueles com ideias magicas e poéticas que afirmaram publicamente que agora é que o CHLeiria iria dar o salto qualitativo que merecia, que os seus livros e poemas de sabedoria iriam fazer o QUE outros nunca fizeram ? Ando com um ar apreensivo, por onde anda aquela energia positiva, que essa multidão visionária, diziam ter para aplicar no CHLeiria?... Congelou com o frio? , ou desapareceu fruto do forte vento que se faz sentir..., Por onde andas tu meu amigo....?

Espero que todos aqueles que prometeram o façam, e cumpram, ou foi só aquilo que o sábio povo chama " a primeira da manha dura somente uma ida...." para mais agora com tanto tempo para o fazer.

Eu fico aguardar as vossa iniciativas para depois participar.

Nota: O CHLeiria não é, e nunca foi um metro quadrado.


CENTRO HISTÓRICO LEIRIA