sábado, 28 de dezembro de 2013

sábado, 21 de dezembro de 2013

Gypsy Rose

 
 
 
Gypsy Rose é a nova loja vintage, localizada no número 52 da histórica Rua Direita, cujo nome presta tributo a a Gypsy Rose Lee, artista Norte-Americana conhecida como a mãe do burlesco, que vigorou na área artística entre os anos 30 e 70 também como actriz e dramaturga.

Num ambiente nostálgico, propõe a quem a visita,  uma viagem a décadas passadas através das peças únicas, outrora esquecidas, que aqui ganham uma nova vida. 
Roupa, bijuteria, malas, acessórios e coleccionáveis vintage e retro a preços apelativos, são as ofertas desta nova aposta. 

A Loja funciona das 13h às 19h de Segunda-Feira a Quinta-Feira e das 11h às 20h - Sexta-Feira e sábado. Durante a época natalícia, encontra-se aberta também aos domingos.

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

A maior galeria urbana em Portugal


O centro histórico está transformado na maior galeria urbana de fotografia. A noticia já corre em Portugal como um dos locais a visitar. Um obrigado especial ao artista, João M. Gil, pelo excelente trabalho de divulgação e promoção do CHLeiria.

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

O mercado turistico urbano de laser

Com a estetização do turismo urbano que se iniciou no fim do sec. passado, as cidades são hoje um dos 4 destinos das massas em turismo.

As cidades passaram a ser um destino preferido para estadias de curta duração ( menos de 4 dias), concentrando 50% da procura. Hoje o fenómeno do turismo urbano é uma das mais importantes receitas para as economias locais e será num futuro próximo o grande pilar de desenvolvimento social a par da industrialização das novas tecnologias.

Com esta nova vaga pretende-se valorizar o património cultural,  histórico e o patrimonial. Essa valorização só se  torna efetiva se existirem visíveis cenografias que estimulem a atividade sensorial dos turistas. O fascínio temporal dos espaços públicos, dos monumentos e da arquitetura são complementado com a capacidade que a industria turística tiver de potencializar a qualidade de vida e o laser da cidade contemporânea.

A reactivação dos usos e costumes são assim uma forma de promover o patrimonio cultural e social que se pretende comercializar, esse processo é a invenção ou reinvenção de tradições, folclorização das praticas urbanas e a valorização e culturização de locais ou dos centros históricos e adaptação dos espaços culturais. A encenação da vida quotidiana dos individuos serve para a venda desse produto conseguindo-se assim uma intensiva participação do iindivudual em beneficio do coletivo no processo  da comercialização turística. Essa participação resulta no melhoramentos  das fachadas, no ordenamento do território e na envolvência social das massas nesse projeto. O centro histórico é visto como um espaço cultural de excelência e numa experiênca ativa permanente de divulgar a vida passada e presente da sociedade contemporanêa. As politicas urbanas dos "centros históricos" visam potencializar não só o edificado mas tambem a automação cultural coletiva e a recuperação das tradiçoes  e a sua celebração.

A publicidade cria um novo lexico e a iconografia de natureza publicitária lança a cidade numa rota de encenações permanentes.

Tudo pode ser "patrimonio" desde que se saiba o que se pretende vender.  

sábado, 14 de dezembro de 2013

O marketing urbano.

A identidade e o estilo de vida de uma cidade são, hoje em dia, arquitetados no modo de vida e pela valorização ou reinvenção do seu património.

A reinvenção desse património funcional em vários domínios, resulta numa crescente procura da noção da conservação  urbana. A sua reinvenção é muito mais que uma moda, é uma afirmação cultural, que se irá desenvolver na crescente competitividade interregional.

A introdução da figura do marketing urbano é crescente e tornou-se necessária não só pela necessidade de empresarialização da cidade, mas e também, pela necessidade de vender " o produto" -  a cidade. A forte concorrência existente entre os territórios , nunca é descipiendo de salientar, criou uma nova necessidade, a marca da cidade, numa lógica de promoção de um produto sendo que o património é o recurso estratégico para a afirmação dessa estratégia da imagem de marca.

O marketing urbano tornou-se assim na ferramenta que, impulsionado pelas crescentes necessidades empresariais urbanas, reinventa a cidade com a difusão de uma nova(s) imagem(s) que visa potenciar a crescente dinâmica de classes. O marketing utiliza três áreas para a sua intervenção; a paisagem urbana e arquitétonica, a reinvenção e valorização do património e a dinamização cultural histórica como forma de fixação no espaço publico de vida intergeracional permanente.

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Centro Histórico uma segunda vida da cidade


Centro Histórico uma segunda vida da cidade

A cidade velha, a sua centralidade e o reconhecimento que tem junto do publico, oferece uma segunda oportunidade à cidade.
Quanto mais rápidas e visíveis forem as mudanças mais reais se tornam os efeitos na urbanização, e a comunidade se move para multiplicar as açoes citadinas de partilha e assim reduzir o efeito de perca. Esse movimento de união reconquista espaço na  imaginação do passado glorioso e cria uma nova linguagem, a metalinguagem do património histórico. A perca do espaço publico comum é galopante e a histeria patrimonial acaba por ser um perfeito alibi para autarquias que, mostrando estar preocupados se encontram noutro local mais visível e a sua paternidade politica não tem julgamento.
A consciência patrimonial do centro histórico revela que o espaço urbano antigo é um reflexo do nosso presente  e o nosso futuro tem ali as raízes para o nosso desenvolvimento sustentado. O estado de perca que hoje se sente é um luto de difícil regeneração e condiciona a consciência da mudança, contudo se ultrapassado poderá conduzir e arrastar para a reabilitação patrimonial, que se processarará fortemente identitário socialmente. Essa assimilação coletiva da mudança só será efetiva se liderada pela consciência politica daqueles que a lei impõe como líder comunitário. Essa liderança quando efetiva reconquista para a cidade uma nova vaga de oportunidades, que assim vivamente, criam uma nova vida.     
Essa segunda vida é sustentada pelo centro histórico e a sua reanimação estética formaliza uma nova onda criativa que criará na cidade uma nova oportunidade, uma segunda vida.

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Uma Pedra ou um pedaço de história?


 
A pedra, sempre foi um objeto erudito pelo fato de permitir a duplicidade objetiva da contemplação ou até pelo consistente simples fato de manter o individuo na ignorância.

A ilustração das pedras retrata a nossa história e guarda um passado rico qualquer que tenha sido o plano temporal ou a comunidade que tenha desfrutado e partilhado o seu brilho. Para o “indivíduo” é um amontoado de calhaus, cujo fascínio não desperta a mínima atenção, algo sem significado e apetecível para remoção, no olhar do individuo comum é pedra.

Esse “nada” se visto de forma partilhada pela razão e emoção, é uma obra de quem não se cansa de lutar rumo ao sonho e não admite a teimosa frase – Os tempos mudaram…!

Se olharmos para a pedra sem a ver como uma laje no sentido “cru” do termo, mas com o olhar extravagante do homem que marca a linha do tempo, poderemos cultivar essa preciosidade que se demoniza, a história comunitária.

Olhar para a pedra significa olhar para o futuro preservando o passado, e isso chama-se regenerar o nosso passado.

Parabéns a quem ainda acredita no ressuscitar da pedra no Centro Histórico de Leiria.

O todo ainda é superior à soma das partes.



Mais uma vez e publicamente defendi o todo e não a "minha ilha".

Quando se promovem ações mais partidária do que comerciais o resultado é um assombroso desastre. A animação de natal promovida pela autarquia e pela Acilis só é real no papel.

 É mais um conto de natal do que uma verdadeira politica de promoção comercial e demonstração de vontades.

Quando se olha para a ribeira nunca se conseguirá atingir o oceano.

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

O fantasma do estacionamento

Leiria vive o fantasma do preço do estacionamento concessionado sem que ninguém tenha a coragem de o resolver.

Contudo para os mais distraidos, Leiria é a cidade com mais estacionamento dentro da sua malha urbana sem taxa. A cidade está dividiva, ou seja, na zona norte a maioria do estacionamento é grátis, na zona sul não existe estacionamento grátis. Se o preço/hora do estacionamento é dos mais caros em Portugal, também é verdade que a autarquia tem soluções para baixar esse custo sem colocar em causa a taxa de rentabilidade dos contratos assinados com as empresas que ganharam as concessões.

 Só que a falta de coragem tão carateristica desta falta de politica serve como uma luva para este problema. Já se afetou o parque de estacionamento do antigo mercado levante entre o rio liz e o mercado municipal para a instalação da rodoviária, agora querem que a rodoviário fique onde está mas com uma saída pela rua S. francisco (inclusive o assunto já foi votado na assembleia municipal, o do colocação da rodoviária). Agradeçemos que se decida.

Então como resolver este assunto?

Uma negociação direta com as concessionária para baixar o preço dando como contrapardida, e já regulamentada, a zona franca existente. A fixação de um preço justo através de uma negociação séria e, sempre defendendo os interesses da cidade global,  com um unico preço que permitisse um preço igual entre as zonas norte e sul. Sendo também necessário implementar um bilhete uniforme que permitisse usar em todas as zonas concessionadas.  Seria a implementação de uma Emel virtual, um bom desfecho negocial. As empresas concessionárias ganhavam mais território, logo mais taxa rentabilidade per capita  e o Leiriense ganhava no preço.  

A competividade politica não é um carateristica é um defeito.

sábado, 7 de dezembro de 2013

Comérico de rua em alta

O comércio de rua anda em contraciclo com a crise económica. Nas cidades do Porto e de Lisboa a procura por espaços comerciais tem crescido nos últimos 2 anos. Só na av. da Liberdade, em Lisboa,  abriram 18 lojas nos 2 últimos anos, sendo que a aposta é no mercado de luxo e na qualidade do serviço oferecido.

 O que explica este sucesso?

A aposta na requalificação dos espaços comerciais e do espaço publico foi a aposta desenvolvida e planeada, com o propósito de atrair investidores e essa aposta está ganha. A qualidade subiu e para isso também contribuiu o crescimento  do turismo nacional e internacional, este é um  setor fundamental para o sucesso. Hoje as zonas históricas são disputadissímas, o que só por sí já é um estimulo para quem defende as zonas históricas como motor social e económico da cidade  activa.

Nós por cá vamos fazendo pela vida, fazendo. Hoje, temos os " Amigos dos Tonekas" a tonekar a malta, apareçam aparecendo.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Copiem se forem capazes.



Já tiveram início as obras de recuperação e valorização da Igreja da Misericórdia para a instalação de um núcleo museológico de Arte Sacra, conforme previsto na ação “MIRANDELA CRIATIVA - Preservar o património cultural e mobilizar o seu potencial de atratividade” (NORTE-10-0241-FEDER-000470) inserida na candidatura “tuaMirandela  - Regeneração Urbana do Centro Histórico de Mirandela”.

A entidade promotora desta candidatura é o Município de Mirandela e o parceiro promotor da ação é a Santa Casa da Misericórdia, responsável pelo acompanhamento da ação.

 Do plano de intervenção faz parte o restauro da talha e da pintura mural, a estabilização das paredes mestras, cobertura e arco do altar-mor e a recuperação do telhado.
Esta intervenção representa um investimento elegível de aproximadamente 257 mil Euros, financiado em 85% pelo Programa Operacional da Região Norte.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Casa da Escrita Criativa

“O apreço exterior pela arte é a sobrecasaca da inteligência. Quem se quererá apresentar diante dos seus amigos com a inteligência nua?" – Eça Queiroz

Se Eça Queiroz visitasse o CHLeiria, ficaria indignado com a falta de intelecção dos seus conterrâneos no aproveitamento do passado para projetar o futuro.

Um centro que não o é, e uma casa que já não será. 

Seria este cenário que encontraria na “sua” amada Leiria, a sua casa abandonada e que não sendo nossa, poderá desaparecer do nosso sonho e um desassossego de pedra que se transformou na vaidade pessoal da arte que se resumiu na natureza feita pela imaginação. Sendo detentor de um sorrido crítico, porque assim entende ser mais acessível à multidão, e sorrindo desenharia ali mesmo o projeto das pedras em forma de letras e criava a “ Casa da Escrita Criativa”.  
A “sua casa” seria um memorial da sua passagem por Leiria e os edifícios anexos (que se encontram à venda e que poderiam ser adquiridos enquadrados num projeto cultural a financiar pelo novo QREN, num projeto de qualificação territorial e de valorização do conhecimento),  A Casa da Escrita Criativa. 
 A Casa da Escrita Criativa seria o local onde todos os escritores leirienses fossem celebrados e os escritores atuais pudessem beber a inspiração para os seus escritos. Mais que uma biblioteca seria um solar da escrita ativa e viva, onde o passado interagisse com o futuro e motiva-se o presente. Assim se projetava o futuro de Leiria com uma política cultural visionária e com potencial para fixar e atrair turistas a Leiria.  
“ Arte oferece-nos a única possibilidade de realizar o mais legitimo desejo da vida – que é não ser apagada de todo pela morte” – eça Queiroz.


PUNCTUM - Fotografia pelas Ruas

 
 
A “punctum | fotografia pelas ruas” é uma exposição fotográfica distribuída pelos espaços comerciais e ruas da zona do Centro Histórico da cidade de Leiria. Tem a sua raiz na dinâmica e criativa cidade de Leiria, juntando mentes construtivas, cívicas e participativas.

A sua missão é ajudar a dinamizar o seu comércio tradicional, comunicando a sua identidade e imagem através da Fotografia, convidando os visitantes a entrar e interagir nas lojas para verem as fotografias da exposição.

Conta por isso com a ...participação de 37 lojas que fazem parte do espaço distribuído de exposição, com 37 respetivas fotografias impressas do Fotógrafo João M. Gil. Conta também com quase 70 fotografias de 15 cidadãos e cidadãs de uma Cidade Criativa como a de Leiria, expostas on-line, aqui (em atualização): http://www.alma-lux-photographia.com/punctum_por.html

O Fotógrafo João M. Gil é o responsável pelo projeto e executor. A ECO – Associação Cultural de Leiria é o “Dinamizador Especial”. A "punctum | fotografia pelas ruas" também conta com o apoio da Câmara Municipal de Leiria. O Designer Alberto Pereiracom o João M. Gil foram os responsáveis pela conceção e montagem dos suportes fotográficos, com iluminação e formas de uso flexíveis aos espaços de exposição.

A exposição nos estabelecimentos estará patente durante o mês de Dezembro de 2013, em Leiria.
“Eu participo”!
 
LOJAS ADERENTES:

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Trinta e sete histórias uma só vida.




O Centro Histórico Leiria é a tela da vida. 

 A vida visiva e escandalizada pelo olhar dos criadores da fotografia e organizada pela Alma Lux Photographia.  

Será numa simbiose de nostalgia e de arte, que irá decorrer de 6 de dezembro até 6 de janeiro de 2014 a exposição de fotografia onde as lojas serão o corpo da tela e o CHLeiria a galeria de arte.

É com este dois ingredientes que será cozinhada a exposição de fotografia com vida comparticipada que irá decorrer no CHLeiria. Trinta e sete fotografias em trinta e sete estabelecimentos do CHLeiria, onde a pintura do olhar é exposto no local da narrativa. O CHLeiria vestirá o seu melhor fato para receber este depoimento de vida em forma de movimento fixado no olhar da camara do fotógrafo apaixonado pela beleza do movimento e desenhado na tela. 

Para que o sucesso tenha vida quente só falta a sua presença e a sua presença é obrigatória.

Centro Civíco ou Centro da Inovação?

A construção do Centro Cívico no CH Leiria foi o maior barrete que o centro histórico recebeu nos últimos 10 anos.

Quando se luta pela sobrevivência de forma séria, o mínimo que se exige é a quem tem responsabilidade de tratar dos assuntos sérios, que seja sério e responsável politicamente.

Leiria e os seus empresários lutam de forma desigual com os seus parceiros vizinhos, pois a concorrência é feroz e assenta numa dinâmica tri-partida apoiada pelos seus municípios, ao passo que em Leiria estão sozinhos e como se isso não basta-se debatem-se com a politica do " dividir para reinar".
Ontem acordamos todos com mais uma dessas ações, existem locais onde é Natal e existem locais onde o calendário passa de novembro a janeiro, o dezembro foi removido, não têm direito ao Natal.

Se no passado Leiria precisava de lojas âncoras agora precisa de bóias de salvação, pois já não chega bom porto mas sim não naufragar neste mar de incongruências políticas.

O centro Civico com a atual  finalidade, presta serviços a quêm? a Leiria não será concerteza. Em vez de se colocar no local uma loja âncora como o Balcão Único, onde o munícipe pode-se tratar de todos os assuntos relacionados com a autarquia e assim ajudar a alavancar a reabilitação do espaço de forma dinâmica e com mais valias sócio-económicas e urbanas, não,  é mais um mono abandonado com uma fatura de 1 milhão de euros aos ombros.

Reabilitar não custa, o que custa é não gostarem que os outros o façam. 








segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Os Amigos dos Tonekos - CH Leiria


No próximo sábado (07.12.13), os amigos dos Tonekos vão estar a divertir-se no Centro Histórico de Leiria.

O anfitrião é a VDesign e o café e as filhoses são por conta da casa, se não gosta de doces também oferecem chocolates.

Vem divertir-te e fazer parte desta equipa maravilha da Tonekada, a diversão e o bom humor estão garantidos.

E tu, já és amigo dos Tonekos?


Por todos o Natal não custa nada.



Três comerciantes do Centro Histórico de Leiria ( Patrícia Barosa da Humus, Susana Ventura da VDesign e Edith da Papelaria Martins)  uniram esforços e estão a desenvolver ações para dar mais brilho ao CHLeiria nesta quadra natalícia.

A colocação nas três entradas principais do CHLeiria (rua direita – norte e sul e na rua Miguel Bombarda), de enfeites de natal foi a forma de atrair e dar brilho  à época natalícia. Com a utilização de materiais recicláveis elaboraram a partir de caixas  “prendas de natal” e fizeram assim enfeites de natal. A ideia surge da necessidade de dinamizar a zona histórica e esta é uma época que, pelo simbolismo, merece mais brilho. Esta será a primeira ação das três comerciantes que irão apostar numa dinâmica de aproximação e fidelização do cliente de Leiria.

A ação assenta numa dinâmica de “ O comercio Tradicional somos todos nós”.

domingo, 1 de dezembro de 2013

Não perceber o comercio é não saber viver a sociedade.

O comércio não é multidão, eventos ou festas mas sim vida e dinâmica social.

Para que o comércio seja um fator de crescimento económico e gerador de riqueza tem que saber  ler a sociedade que o rodeia. E para isso é necessário de ter uma politica de ajustamento e crescimento contínua, repartida entre a autarquia - empresarios  do setor e a sociedade no seu todo.

As associações, que o representam, têm que saber estar no terreno e perceber o que " o seu cliente" necessita para se ajustar a esta nova realidade, sempre assim foi e sempre assim será. Uma politica construtiva e assertiva de forma a ser impulsionadora da dinâmica individual dos  agentes que compõem essa multifacetada organização que se chama comércio. Só assim se consegue a tão chamada reforma estrutural de um setor que se deixou ultrapassar pelo tempo e pelas novas tecnologias, a nova era digital não é um inimigo do comércio tradicional mas sim uma nova ferramenta de oportunidades. Se não soubermos onde e como vivemos como poderemos saber de que necessitamos?

O Comércio tradicional somos todos nós.

sábado, 30 de novembro de 2013

Aposta de tostões resultados de milhões - I

Qualquer cidade necessita de lojas ancoras para aportar o desenvolvimento económico e a sustentabilidade social.

A primeira aposta devem ser os serviços públicos de proximidade, nomeadamente a concentração e a centralização desse serviços. A instalação da Loja do Cidadão no antigo edifício da Região de Turismos seria a primeira aposta para centralizar o centro no centro. A sucessiva fuga para a periferia da cidade desses serviços teriam agora um local central que dariam um novo fôlego à cidade. A excelência da localização e uma clara aposta na modernização do conceito "serviço publico" pela autarquia, seriam o empurrão para a revitalização urbana.

Um só local, vários serviços. CTT, Finanças, Segurança Social, etc... eram o ingrediente para o menu da promoção da aposta ganha.

Um edifício que pertence "em parte" ao município de Leiria e cujo investimento seria rentabilizado com o aluguer ao instituto que gere as lojas do cidadão durante a  vigência do contrato celebrado entre este e o municipio.

Uma aposta de tostões resultava no ganho de milhões.

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

HUMUS - BOAS IDEIAS.


 
A HUMUS é uma loja colaborativa e mora na Rua Direita do Centro Histórico de Leiria desde Maio. As ruas deste centro histórico pareceram-nos o local ideal para albergar o nosso espaço e as nossas ideias e, cá, estamos.
Neste espaço de quase quatro paredes, é nossa missão: dar a conhecer bons projectos, promover a venda de produtos de qualidade e dar voz a criadores e artesãos. Enfim, o que queremos mesmo é apregoar o que de bom se faz cá dentro. Com produtos em áreas tão distintas procuramos um equilíbrio que assente na qualidade e criatividade, factores comuns a todos, para oferecer somente o melhor.
Quem nos visita encontra objectos do quotidiano, acessórios de moda, artigos decorativos, doces e companhia, brinquedos artesanais, entre outros. Ah, também encontra simpatia e cordialidade! Essas são oferta da casa.
Faça compras no Centro Histórico de Leiria - o comércio Tradicional somos todos nós.

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Papelaria Martins



"A Livraria Martins está prestes a celebrar mais um aniversário e o primeiro da nova gerência. Para assinalar esta data, ao longo do mês de Dezembro, poderá encontrar preços especiais em livros para toda a família! Um livro - o melhor presente de Natal! Boas Festas!

Faça compras no Centro Histórico de Leiria.

Garagem (13)

 

Desde 1990 que é uma referência no comércio de acessórios e vestuário… íamos escrever alternativo, mas vamos dizer rock’n'roll (assim lhe chama a responsável pela loja, Maria João Baptista). A marca Obey é actualmente a mais representada. É também estúdio de body piercing e a casa de dois simpáticos canários.

 Rua Barão de Viamonte, 25

Texto de Cláudio Garcia
Fotografia de Ricardo Graça
(Publicado a 28 Novembro 2013)

Tribos Urbanas

 

Santuário do skate em Leiria e ponto de encontro de praticantes de todo o país. A família Tribos Urbanas inclui atletas patrocinados pela casa. Com mais de uma década de existência, a loja de Steve Carreira comercializa pranchas, roupa e acessórios de marca própria, além de calçado, vestuário e acessórios de fabricantes internacionais, incluindo as insígnias mais populares na modalidade.

 Largo 5 de Outubro, 39

Texto de Cláudio Garcia
Fotografia de Ricardo Graça
(Publicado a 28 Novembro 2013)

Sandrine Vieira


A senhora dos anéis transformou-se na rapariga dos brincos de pérola, uma nova colecção inaugurada em Novembro. No ateliê há joalharia de autor – representada no museu MUDE, na revista Umbigo e no livro Stark 500 – e artigos de outros criadores e marcas locais, desde a fotografia à escultura, passando por bolachas daquelas mesmo boas. Tudo fruto da criatividade e da boa disposição.

 Rua Almeida Garrett, 20

Texto de Cláudio Garcia
Fotografia de Ricardo Graça
(Publicado a 28 Novembro 2013)

Maria Trocas

 

Fátima e Cristina Sousa inventaram uma loja de todos para todos, com pintura, fotografia, ilustração e artesanato. Representam a marca de mobiliário Taroca e também comercializam mobiliário restaurado. Aqui há artigos em segunda mão na área da decoração, livros usados, roupa nova de lojas que fecharam, objectos personalizados, chás biológicos, biscoitos e bolachas, serviços de design gráfico e até ateliês dedicados à pintura acrílica e à elaboração de bonecas de papel.

 Largo Marechal Gomes da Costa, 61-63

Texto de Cláudio Garcia
Fotografia de Ricardo Graça
(Publicado a 28 Novembro 2013)

Sensual

 

Não confundir esta loja com uma sex shop. Existe desde finais de Agosto e baseia-se em ideias e produtos eróticos, para a mulher e para o casal. Lingerie, corpetes, óleos e outros. Sem brinquedos, a não ser os que estão no interior da Maleta Vermelha, marca representada em Leiria pela proprietária do espaço, Susana Crisóstomo.

 Rua Rodrigues Cordeiro, 12

Texto de Cláudio Garcia
Fotografia de Ricardo Graça
(Publicado a 28 Novembro 2013)

Alquimia

 

Em tempos conhecida como discoteca Alquimia, continua a ter (e a ser) um espaço dedicado à música. Nos últimos anos, Célia Lopes – directora artística da Fade In Associação Cultural – juntou aos discos (vinil e CD) uma oferta seleccionada de roupa, acessórios e calçado. Incontornável no roteiro do comércio alternativo leiriense.

 Rua Gago Coutinho, 22-24

Texto de Cláudio Garcia
Fotografia de Ricardo Graça
(Publicado a 28 Novembro 2013)

Humus

 

Loja colaborativa inaugurada já este ano por Patrícia Silva, que recebe, expõe e comercializa artigos de diversos designers e artesãos da Região (Leiria, Marinha Grande, Alcobaça) e de outros pontos do país. Desde o artesanato mais tradicional em barro, ferro e cestaria até peças contemporâneas. Estão presentes vinte criadores com bijuteria, malas, molduras, brinquedos e iluminação, entre outras propostas.

 Rua Barão de Viamonte, 33
Texto de Cláudio Garcia
Fotografia de Ricardo Graça
(Publicado a 28 Novembro 2013)

VDesign

 

Há sete anos instalada no coração do centro histórico, Susana Ventura propõe mobiliário restaurado, complementos de interiores e velharias.  Mas há muito mais, entre cantos e recantos de peças decorativas e artesanato urbano, onde até cabem sapatilhas personalizadas. Mesmo em frente ao Centro Cívico Eça de Queirós.

Facebook - https://www.facebook.com//VDesign

Rua Barão de Viamonte, 12 A

Texto de Cláudio Garcia
Fotografia de Ricardo Graça
(Publicado a 28 Novembro 2013)

Livraria Martins

 

Uma das mais antigas, se não mesmo a mais antiga livraria na cidade de Leiria, desde há um ano sob gerência de Edith Catarino. Por ali se destacam, em ambiente acolhedor e personalizado, edições antigas e livros sobre a região e a respectiva história. Mas nos expositores também há espaço para novidades editoriais e best-sellers, promoções e pedidos sob encomenda.

 Rua Miguel Bombarda, nº 10.

Texto de Cláudio Garcia
Fotografia de Ricardo Graça
(Publicado a 28 Novembro 2013)

Kristine

Um ateliê de moda onde se inventam peças únicas a preços para todas as bolsas. Vestidos para o dia-a-dia a partir de 75 euros, em média. A inspiração e imaginação de Kristine Costa deambulam através do universo alternativo, gótico, barroco, rococó, vitoriano, burlesco, pin-up e rockabilly. A estilista cresceu no ambiente da alta costura de Paris, onde mãe era costureira da casa Nina Ricci. Em Leiria vive o sonho de criança, do tempo em que brincava com tecidos para vestir bonecas.

 Praça Rodrigues Lobo, 52, 1º piso

Texto de Cláudio Garcia
Fotografia de Ricardo Graça

Just Tattoo’s

 

Estúdio de tatuagem fundado há 10 anos, está agora na sala de visitas da cidade, onde ocupa um edifício antigo com gabinetes para seis tatuadores. Ambiente descontraído e interacção fácil com os clientes, que marcam a diferença. Tortura, mas com jeitinho. Pedro Brandão, Ouriço Cantela e Jorge Silva são os artistas proprietários do espaço, que já conquistou vários prémios nacionais.

 Praça Rodrigues Lobo, 46.

Texto de Cláudio Garcia
Fotografia de Ricardo Graça
(Publicado a 28 Novembro 2013)

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Reabilitar Leiria para o sec.XXI

As cidade modernas estão sobre um novo paradigma, ou se renovam ou perdem a competitividade.

A forte pressão sobre a competitividade é um sinal social gerado pelas crescentes necessidades levadas a cabo pela globalização e pela deslocalização em massa das novas gerações. Também hoje as cidades necessitam de oferecer mais e melhores oportunidades, caso não o façam são ultrapassadas pelas suas concorrentes nacionais.
 
Assim, Leiria necessita rapidamente de um novo rumo para a tão chamada competitividade económica urbana.Que características deve Leiria assumir como pilar de desenvolvimento? - A sua Centralidade.
 A sua localização geográfica é hoje uma mais valia que nunca foi rentabilizada pelos atores políticos.

" Leiria no centro do Mundo " poderá ser o tema central para devolver e desenvolver a chama do relançamento económico e social que perdeu nos últimos tempos, fruto da inércia e da apatia dos agentes económicos e políticos. A aposta nessa centralidade pode e deve ser focada em três prossupostos: inovação industrial, reabilitação urbana e tecnologias de informação/ comunicação. A massa critica deve centralizar as suas energias num debate sério de forma a colocarem em marcha um plano de desenvolvimento alongo prazo, 10 anos seria o ponto de partida. Com um plano de ação a 10 anos, Leiria deveria colocar a sua estratégia à venda e assim assumir essa componente comercial. A venda da sua centralidade a nível nacional e internacional, sustentará um desenvolvimento económico e financeiro que permitirá alavancar os projetos e os investimentos necessários para essa afirmação, a afirmação da "cidade do futuro".  A criação dessa nova linha tecnológica de informação potencializará também ela as outras áreas, como a cultura da saúde e o turismo religioso, tão característicos em Coimbra e Fátima.

Leiria será a cabeça de um corpo territorial na região centro e o motor para a sustentabilidade das novas economias emergentes; a inovação industrial (Marinha Grande e Leiria ), o reposicionamento das empresa de construção para a reabilitação urbana e a aposta nas tecnologias de informação (saúde e bem estar) e comunicação ( divulgação e comercialização dessas novas tecnologias). O tema está lançado, o futuro será nosso ou as nossas cidades parceiras serão as nossas fronteiras.
  

sábado, 23 de novembro de 2013

Leiria S.A.

A transformação dos nossos hábitos comerciais e a crescente economia online, exigirão do comercio tradicional uma nova abordagem ao mercado.

A Leiria hoje vive o fantasma da desertificação comercial. As promessas de melhores dias desapareceram com o passar dos dias e a renovação dos votos não augura nada de novo. Com a crise de identidade bem vincada e fortemente enraizada nas veias da urbe, a cidade está em coma profundo. E se por um lado o medico é incapaz, também o doente não parece ter vontade de recuperar.

Aquilo porque estamos hoje a passar tem pouco que ver com a crise, mas sim com a falta de uma estratégia comum de desenvolvimento economico. O mundo está em mudança e não reclama esforços para mudar esse estigma, sempre existiram crises económicas e aos quais as pessoas se habituaram a vencer. As mudanças provocadas pelos novos habitos levam a que os agentes economicos pensem a cidade como uma S.A (sociedade anonima), Leiria precisa de gestores para comandar esse barco, o barco da transformação do trabalho em desenvolvimento gerador de riqueza.  A idade da Pedra já acabou.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Recuperar, o significado.


Recuperar não significa deitar a baixo e construir de novo.

Significa antes de mais saber olhar e projetar esse olhar para alem do horizonte do sonho.

Um dia o Centro Histórico de Leiria terá que ser recuperado ou porque as velhas casas caíram ou porque existe o “ tal “ projeto para o recuperar. Neste intervalo urge embelezar e potencializar o potencial de cada recanto, disciplinar o espaço publico e motivar a participação cívica e comercial para um projeto que seja comum a todos e para todos. Recuperar é antes de mais saber amar.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

No Coração da Cidade - Programa

NO CORAÇÃO DA CIDADE

8 junho 2013
Centro Histórico de Leiria
14h - 20h

O coração de Leiria continua a bater forte.
No centro da cidade. No Centro Histórico.

Para celebrar a diversidade e relembrar a vitalidade de um dos espaços mais emblemáticos de Leiria, a ecO - Associação Cultural e a V-Design, em parceria com os comerciantes do Centro Histórico e com o apoio da Câmara Municipal de Leiria promove uma mostra cultural e urbana.

Durante a tarde do dia 8 de Junho, das 14h às 20h, o trânsito automóvel estará interdito no Centro Histórico de Leiria (CHL) e as ruas cheias de outra vida que não a do quotidiano. Esplanadas na rua, artesanato, gastronomia e doçaria, atividades culturais: passeios fotográficos, dança, exposição de fotografia, desfile de moda, pintura..

Os comerciantes do Centro Histórico terão o seu estabelecimento aberto e dinamizarão o espaço em frente às suas lojas, com decoração, esplanadas, etc.

As ruas estarão animadas por bancas de artesanato e doçaria, bem como por instalações de fotografia da responsabilidade do núcleo de fotografia analógica da ecO - Associação Cultural.
A fotografia será, aliás, a charneira para articular este evento com dois dos parceiros: cinANTROP - Festival internacional de Cinema Etnográfico e Alma Lux Photographia. Este último através da iniciativa Punctum | fotografia pelas ruas (https://www.facebook.com/events/149340895250812/?ref=22) e o primeiro através de mosaicos fotográficos em diversos pontos do CHL. O cinANTROP, através da Mediabox, apresentará ainda alguns filmes que serão projetados na Praça Eça de Queiroz (Centro Cívico).
O Centro Cívico é também o local onde decorrerá o Desfile de Moda "Arte em Movimento", às 17h, em que os modelos são crianças/jovens,que desfilarão com criações contruídas por eles próprios, a partir de materiais reutilizáveis. Esta inciativa, que tem também uma divertida componente de dança, terá apresentação de Sónia Clemente (locutora da 94fm) e será resultado de uma parceria com a escola de dança Urban Dance Fusion e a cabeleireira Ângela Lopes.

Os mais pequenos terão também um espaço à sua medida, no Terreiro, graças a um insuflável amavelmente cedido pelo Académico de Leiria, além de poderem (bem como os mais graúdos) participar num Workshop de material reutilizável, de entrada gratuita.

António Sérgio Elias desafia-nos a criar um Toneko solidário, dando asas à imaginação e criando novos personagens, revertendo o valor da inscrição nesta iniciativa, a realizar no local, inteiramente para a APPC.

Também o desporto terá lugar No Coração da Cidade pela mão do ginásio Vivafit, da Gandâra dos Olivais, que se junta a este evento com uma aula de Zumba das 15h00 às 15h45, no Largo Candido dos Reis, Terreiro.

Outras associações, de cariz social, colaborarão também No Coração da Cidade: a InPulsar, que construirá, em plena Praça Rodrigues Lobo, um puzzle gigante, comunitário, em que que cada peça será a expressão individualizada dos transeuntes do seu "Coração da Cidade"; a APPC , que além de um espaço de divulgação dinamizará uma actividade de musicoterapia, entre as 18h30 e as 19h30 e finalmente a Desprotegidos - Associação de Animais em Risco que divulgará o seu trabalho e recolherá donativos, em géneros, para os animais a seu cargo.


Dia 8 de Junho é dia de (re)tomar o Centro Histórico e de fazer pulsar o Coração da Cidade.

----------------------------
Organização: ecO - Associação Cultural e V-Design

Apoio: Câmara Municipal de Leiria

Parceiros: Comerciantes do Centro Histórico de Leiria
InPulsar - Associação para o Desenvolvimento Comunitário
Associação Portuguesa de Paralisia Cerebral - Leiria
Desprotegidos - Associação de Animais em Risco
cinANTROP - Festival internacional de Cinema Etnográfico
Mediabox
Alma Lux Photografia
Ângela Lopes
Urban Dance Fusion
Vivafit
Sónia Clemente
António Sérgio Elias
Académico de Leiria
Dark Design

PROGRAMA


17h00 - Desfile "Arte em Movimento"  (Centro Cívico) - Urban Dance Fusion / Ângela Lopes / Sónia Clemente

18h30 - Musicoterapia - APPC

15h00 - Aula de Zumba (Largo Cândido dos Reis - Terreiro) - Vivafit

Em permanência:

Coméŕcio de Rua
Puzzle "O Coração da Cidade" (Praça Rodrigues Lobo) - InPulsar

Workshop material reutilizável

Tonekos - António Sérgio Elias

Espaço infantil insuflável (Largo Cândido dos Reis - Terreiro) - Académico de Leiria

Instalações fotográficas - ecO





Outras iniciativas:

Punctum | fotografia pelas ruas - Alma Luz Photographia

Cinema etnográfico (Centro Cívico) - cinANTROP

terça-feira, 28 de maio de 2013

Um lugar mágico.

No centro de Leiria existe um lugar chamado Centro Histórico e no qual os seus habitantes convivem e falam todas as línguas do mundo, sendo a mais falada a língua da amizade.

 O convite para os leirienses visitarem o lugar mágico resultou de uma vontade de ferro de dois parceiros que insistem em não deixar de redescobrir diariamente esse lugar. O coração da cidade está vivo e apresenta-se aos Leirienses.

A Eco-Associação Cultural e a VDesign convidam todos os Leirienses a visitarem o Centro Histórico no dia 08 de junho.

domingo, 26 de maio de 2013

O caçador que espanta a caça.


Ontem, o comércio tradicional fez o papel do caçador que espanta a caça (clientes) com a estratégia da espingarda de fumo. A incumbência das instituições é defender os seus associados e os seus interesses. Infelizmente não foi o caso de ontem, recuso a utilização do nome da iniciativa por respeito aos comerciantes pois este estão sempre On, o que na realidade se verificou foi uma panóplia de ações desconcertadas dos interesses comerciais. O objetivo do comerciante é vender não entreter. Ontem vimos pessoas na rua com maior concentração nas zonas onde existia animação mas, infelizmente com as lojas vazias. Foi constrangedor ver o interior das lojas vazias com os seus funcionários a ver passar a(s) banda(s). O caçador espantou a caça e no fim queria ter carne para o banquete, cada tiro cada melro. As lojas foram as armadinhas mas quem ficou armadilhado com a estratégia foi o comércio tradicional que deu tiros com uma espingarda de fumo. Um caçador inteligente atrai as presas para a sua objetiva e tem que ser esse o objetivo do comerciante, fazer entrar os potenciais clientes na sua loja e não concentra-los na rua. Esse será a plano para o sucesso. Têm que rever o plano, com estes não fazem crescer o comércio tradicional somente o enfraquecem e o dividem. Afinal foi só fumo, o comércio tradicional não merece morrer.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Resposta à pergunta da semana – Jornal Região de Leiria – 23 maio 2013.


Resposta à pergunta da semana – Jornal Região de Leiria – 23 maio 2013.

Concorda com a possibilidade de encerrar ao trânsito o troço da avenida Heróis de Angola entre o Teatro José Lúcio da Silva e o Centro Comercial Maringá?

- Não. Porque a cidade precisa de ser restruturada e não é com medidas avulsas que se consegue desenvolver ou incentivar o comércio Tradicional. É necessário que exista uma politica concertada entre o município e os comerciantes de forma a que esta reabilitação permita o crescimento do setor em discussão.

Encerrar uma corrente significa acabar com a maré.


No comércio encerrar uma parte da vida significa acabar com a esperança de sobreviver. E mais grave é quando são os comerciantes, que somente pensam no seu umbigo e na sua ganancia, que matam com a esperança deles e dos colegas. Não basta dizerem-se solidários e cooperativos e de imediato apresentarem ideias só a pensar em si, isso é deslealdade social. Ora, o comércio da cidade é um todo indivisível pertença de uma comunidade contemporânea e se as medidas que se tomam não são planeadas nem sustentadas para toda uma comunidade, a cidade morre. A proposta para a Av. Heróis de Angola, em Leiria, mais não é que um suspiro mortífero de quem está a morrer mas julga que suspirando engana a morte. Não se deve convocar o “fim” com açúcar envinagrado, o que se deve fazer é visionar e patrocinar um futuro coletivo, porque só o coletivo tem a capacidade de combater de forma séria as crises, sejam elas económicas, financeiras ou sociais. As dificuldades de uns são as dores de “parto” de outros, só com um ambiente socioeconómico coletivo se pode vencer. Não queiram ter uma morte prematura. O primeiro cliente da cidade é o seu morador, e é nessa batalha que se tem que cavalgar. A palavra-chave é REABILITAR A CIDADE. Pensar com o umbigo não nos permite ver o órgão produtivo da vida económica da “nossa” cidade. Só falta agora pedirem a PONTE.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

No coração da cidade - Centro Histórico de Leiria

Centro Histórico de Leiria
8 de Junho 2013
14h - 20h

O coração de Leiria continua a bater forte. No centro da cidade. No Centro Histórico.
...
Para celebrar a diversidade e relembrar a vitalidade de um dos espaços mais emblemáticos de Leiria, a ecO - Associação Cultural, em parceria com os comerciantes do Centro Histórico e com o apoio da Câmara Municipal de Leiria promove uma mostra cultural e urbana.

Durante a tarde do dia 8 de Junho, das 14h às 20h, o trânsito automóvel estará interdito no Centro Histórico e as ruas cheias de outra vida que não a do quotidiano. Esplanadas na rua, artesanato, gastronomia e doçaria, atividades culturais: passeios fotográficos, dança, exposição de fotografia, desfile de moda, pintura..

Queremos que venhas connosco tomar o Centro Histórico!


quarta-feira, 15 de maio de 2013

HABITAÇÕES A CUSTOS CONTROLADOS ( HCC)

As Habitações a Custos Controlados (HCC) são construídas ou adquiridas com o apoio financeiro do Estado, que concede benefícios fiscais e financeiros para a sua promoção, e destinam-se a habitação própria e permanente dos adquirentes, ou a arrendamento.

A concessão destes apoios tem como pressuposto a construção de qualidade, e que obedeçam aos limites de área bruta, custos de construção e preço de venda fixados na Portaria 500/97, de 21 de Julho.

Podem promover habitações de custos controlados:

• Câmaras Municipais;
• Instituições Particulares de Solidariedade Social;
• Cooperativas de Habitação
• Empresas Privadas 

Os promotores de habitação a custos controlados têm acesso a diversas linhas especiais de crédito, que abrangem as várias vertentes do circuito da promoção habitacional, desde a aquisição e infra-estrutura de solos, à construção dos empreendimentos e do equipamento social.

Os montantes máximos do financiamento podem atingir os 80% do valor de venda das habitações, com uma taxa de juro bonificado até 1/3 da taxa de referência para o cálculo das bonificações, ou taxa contratual se esta for menor. 

Estatuto Fiscal Cooperativo

Permite a construção de empreendimentos por Cooperativas que respeitem os parâmetros de Habitação a Custos Controlados majorados em 20%.

As empreitadas relativas à construção de habitações no âmbito do Estatuto Fiscal Cooperativo beneficiam da aplicação da taxa reduzida do IVA de 5%.
A Lei n.º 85/98, de 16 de Dezembro, aprova o Estatuto Fiscal Cooperativo. 

Financiamento a Municípios e IPSS

O montante dos empréstimos é fixado pelas instituições financeiras, não podendo ser superior a 100% do custo das obras a realizar e dos encargos indirectos (podendo aquele incluir as infra-estruturas que não se encontrem implantadas) e a 85% do valor de avaliação, nos casos de aquisição.
Os fogos construídos no âmbito destes financiamentos destinam-se a arrendamento ou venda. 
 
Construção de Habitação a Custos Controlados para venda 




Construção ou Aquisição de Habitação a Custos Controlados para Arrendamento 



Equipamentos Social, Espaços Comerciais e Partes Acessórias dos Fogos (garagens e arrecadações) 




Parâmetros de área e custos de construção, valores máximo de venda e conceitos que devem obedecer as habitações de custos controlados

 


             

 

 

 

Apoios fiscais para reabilitação urbana.

Habitação e Reabilitação Urbana 

Apoios fiscais

• Isenção de IMT na aquisição de terrenos para construção de Habitação de Custos Controlados;
• Taxa reduzida de IVA nas empreitadas de construção de Habitação de Custos Controlados e na realização de obras de reabilitação com apoio do Estado;
• IRS – dedução à colecta de 30% dos encargos suportados pelo proprietário relacionados com a reabilitação, até ao limite €500
• MAIS VALIAS – tributação à taxa reduzida de 5%, quando estas sejam inteiramente decorrentes da alienação de imóveis reabilitados em ARU
• RENDIMENTOS PREDIAIS – tributação à taxa reduzida 5% após a realização das obras de recuperação
• IMI – isenção por um período de 5 anos, o qual pode ser prorrogado por mais 5 anos
• IMT – isenção na 1ª transmissão de imóvel reabilitado em ARU, destinado exclusivamente a habitação própria e permanente.
• Estatuto dos Benefícios Fiscais – art.º 71.

Area Reabilitação Urbana de Leiria

ARU do Centro Histórico de Leiria
 
  Leiria_ARU-CentroHistórico_Foto1 Leiria_ARU-CentroHistórico_Foto2 Leiria_ARU-CentroHistórico_Foto3   Leiria_ARU-CentroHistórico_Planta
 
A Área de Reabilitação Urbana do Centro Histórico de Leria corresponde, integralmente, à delimitação da Área Crítica de Recuperação e Reconversão Urbanística da Cidade de Leiria. A operação de reabilitação para a zona tem como objetivos específicos: a promoção das relações espaciais e melhoria das condições de mobilidade; a criação e valorização de espaços públicos; a reabilitação do parque edificado com valorização dos elementos notáveis; a criação de âncoras funcionais e a promoção do centro histórico.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Porque se foge de Leiria.


A notícia do encerramento da estação dos CTT Santana só surpreendeu quem não conhece a realidade económica de Leiria.

A economia de Leiria era e é uma economia débil e com muitas fragilidades, que se vieram sufragar com esta crise. Leiria vive uma economia do faz de conta, sem suporte próprio, muito dependente da malha urbana dos concelhos vizinhos, logo híper dependente.

A economia geracional afinal ainda conta. Vivemos numa nova era, que se regula por lucros austeros. A situação económica dos CTT Santana apresenta um défice de 38,8% nas receitas comparativamente a 2007, logo insustentável para a manter aberta. Se os CTT perderam 40% de receitas, num setor sem concorrência, que percentagem terá perdido a economia urbana?

Esta situação só me vem dar razão, há cerca de 5 anos que defendo que o primeiro cliente da cidade é o seu habitante, o exemplo da quebra de receitas dos CTT, negocio baseado na oferta de serviços à população, assiste na perfeição a minha tese. Sem residentes uma cidade não tem clientes, logo não tem negócios. A minha aposta nas políticas estruturais serviriam de tálamo à economia real.

domingo, 28 de abril de 2013

Ouvir a cidade.


A cidade é um espaço por excelência onde se regista vida e a presença simultânea de vários campos sonoros frutos da vida económica e habitacional que a compõem. Ou seja uma fonte sonora multifacetada que envolve os diferentes sujeitos que compõem o quadro paisagístico/ ambiente cultural. Estas paisagens podem ser vista de uma forma global ou local, sendo que estas são mutáveis ao longo do dia, fornecendo características que nos dão a possibilidade de analisara a relação do individuo com o espaço físico da cidade. Essas características sonoras poli-rtimas e a-rtimicas, conforme a combinação ritmo/hora oferecem-nos a “  a música da cidade “ sendo que esse sumo contextualiza o ritmo espacial da cidade. As cidades contemporâneas são marcadas por uma crescente proliferação de sons urbanos, que permitem analisar a evolução social da cidade como um todo ou como uma peça do puzzle urbano. Esse “ouvir” pode dar-nos um feedback da evolução ou da decadência do espaço urbano, assim saber ouvir a cidade é importante para podermos definir a política que pretendemos colocar no gira-disco do crescimento ou não…. Estamos rodeados de surdos?

terça-feira, 23 de abril de 2013

REABILITAR PARA ARRENDAR




Estão abertas as candidaturas ao novo programa de reabilitação urbana
“Reabilitar para Arrendar”,
criado pelo Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU)

 


 



Este programa tem uma dotação inicial de
50 milhões de euros proveniente de um empréstimo concedido pelo Banco Europeu de Investimento e destina-se prioritariamente aos seguintes tipos de intervenções:
Reabilitação ou reconstrução de edifícios cujo uso seja maioritariamente habitacional e cujos fogos se destinem a arrendamento nos regimes de renda apoiada ou de renda condicionada;
  • Reabilitação ou criação de espaços do domínio municipal para uso público desde que ocorram no âmbito de uma operação de reabilitação urbana sistemática, conforme o disposto no Decreto-Lei n.º 307/2009, de 23 de outubro, na redação dada pela Lei n.º 32/2012, de 14 de agosto;
  • Reabilitação ou reconstrução de edifícios que se destinem a equipamentos de uso público, incluindo residências para estudantes;
  • Construção de edifícios cujo uso seja maioritariamente habitacional e cujos fogos se destinem a arrendamento nos regimes de renda apoiada ou de renda condicionada, desde que se tratem de intervenções relevantes de preenchimento do tecido urbano antigo.
Podem candidatar-se a este programa os Municípios, as Empresas Municipais e as Sociedades de Reabilitação Urbana.

O prazo de apresentação de candidaturas decorrerá entre 5 de abril e 6 de junho de 2013.

Cada candidatura pode incluir várias intervenções e pode ainda permitir a outras entidades públicas, nomeadamente os serviços da administração direta do estado, os institutos públicos, as regiões autónomas, as associações de municípios e as entidades públicas empresariais de capitais exclusivamente públicos, a apresentação de intervenções próprias que respeitem as tipologias acima definidas.


As intervenções deverão localizar-se em áreas de reabilitação urbana aprovadas ou em processo de delimitação, podendo localizar-se fora destas áreas caso a candidatura seja apresentada ao abrigo do artº 77º-A do Regime Jurídico da Reabilitação Urbana, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 307/2009, de 23 de outubro, com as alterações introduzidas pela Lei nº 32/2012, de 14 de agosto.

As intervenções deverão iniciar-se num prazo máximo de 12 meses a contar da data de abertura do período de candidaturas e deverão estar concluídas até ao dia 15 de dezembro de 2016.

O financiamento previsto é realizado sobre a forma de empréstimos a 30 anos, com 10 anos de carência de capital e com uma taxa de juro indexada à Euribor que rondará neste momento os 3%.

Serão financiados 50% dos custos do investimento total de cada intervenção.

Este programa é a primeira de várias iniciativas que o IHRU vai apresentar no decorrer dos próximos meses, destinadas a incentivar ações de reabilitação urbana em todo o território nacional.

Criação de novas alianças matrimonais.



Um velho local aberto a novas ideias.

Uma Biblioteca-Café neste local seria uma nova forma de promover e divulgar os nossos poetas e em simultâneos dinamizar o centro histórico de Leiria. os Leirienses vivem divorciados da cidade tal a falta de alianças matrimoniais.
Leiria é muito mais que uma aldeia.

Leiria com poetas, mas sem livros.


Óbidos sinonimo de inovação.

A Camara Municipal de Óbidos irá abrir na Igreja de S. Tiago uma livraria, numa nova dinâmica de forma de preencher um espaço de culto. A Igreja de S. Tiago está localizada no centro histórico de Óbidos que beneficiou de um projeto de recuperação e de restauro orçado em 186 mil euros, e que foi comparticipado por fundos comunitários enquadro no âmbito da reabilitação. Todo o trabalho de arquitetura de interiores da igreja foi desenhado pelos serviços da autarquia e respeitando toda a cultura do edifício.  

Este projeto será mais uma nova âncora para potencializar a já famosa vila de Óbidos e pretende ser um projeto de nível nacional, segundo o vice-presidente da autarquia. O objetivo é oferecer livros que não se encontram noutros locais.
O caderno de encargos, a que a Lusa teve acesso, refere que a instalação da livraria na igreja se insere «num programa de reabilitação dos edifícios que se encontravam devolutos, ou parcialmente devolutos, a reabilitação de espaços públicos e dinamização económica, social e cultural da vila de Óbidos, estimulando o desenvolvimento de atividades criativas e a produção artística».

A câmara considera ainda que a exploração da livraria por privados «tem em vista a atribuição de um uso compatível com as características histórico-culturais do edifício, procurando introduzir uma nova atividade económica, de acordo com a estratégia global definida na área cultural». Leiria, uma idade de escritores com igrejas abandonadas poderia ver aqui uma oportunidade, já defendida por mim à 4 anos.