domingo, 28 de abril de 2013

Ouvir a cidade.


A cidade é um espaço por excelência onde se regista vida e a presença simultânea de vários campos sonoros frutos da vida económica e habitacional que a compõem. Ou seja uma fonte sonora multifacetada que envolve os diferentes sujeitos que compõem o quadro paisagístico/ ambiente cultural. Estas paisagens podem ser vista de uma forma global ou local, sendo que estas são mutáveis ao longo do dia, fornecendo características que nos dão a possibilidade de analisara a relação do individuo com o espaço físico da cidade. Essas características sonoras poli-rtimas e a-rtimicas, conforme a combinação ritmo/hora oferecem-nos a “  a música da cidade “ sendo que esse sumo contextualiza o ritmo espacial da cidade. As cidades contemporâneas são marcadas por uma crescente proliferação de sons urbanos, que permitem analisar a evolução social da cidade como um todo ou como uma peça do puzzle urbano. Esse “ouvir” pode dar-nos um feedback da evolução ou da decadência do espaço urbano, assim saber ouvir a cidade é importante para podermos definir a política que pretendemos colocar no gira-disco do crescimento ou não…. Estamos rodeados de surdos?

terça-feira, 23 de abril de 2013

REABILITAR PARA ARRENDAR




Estão abertas as candidaturas ao novo programa de reabilitação urbana
“Reabilitar para Arrendar”,
criado pelo Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU)

 


 



Este programa tem uma dotação inicial de
50 milhões de euros proveniente de um empréstimo concedido pelo Banco Europeu de Investimento e destina-se prioritariamente aos seguintes tipos de intervenções:
Reabilitação ou reconstrução de edifícios cujo uso seja maioritariamente habitacional e cujos fogos se destinem a arrendamento nos regimes de renda apoiada ou de renda condicionada;
  • Reabilitação ou criação de espaços do domínio municipal para uso público desde que ocorram no âmbito de uma operação de reabilitação urbana sistemática, conforme o disposto no Decreto-Lei n.º 307/2009, de 23 de outubro, na redação dada pela Lei n.º 32/2012, de 14 de agosto;
  • Reabilitação ou reconstrução de edifícios que se destinem a equipamentos de uso público, incluindo residências para estudantes;
  • Construção de edifícios cujo uso seja maioritariamente habitacional e cujos fogos se destinem a arrendamento nos regimes de renda apoiada ou de renda condicionada, desde que se tratem de intervenções relevantes de preenchimento do tecido urbano antigo.
Podem candidatar-se a este programa os Municípios, as Empresas Municipais e as Sociedades de Reabilitação Urbana.

O prazo de apresentação de candidaturas decorrerá entre 5 de abril e 6 de junho de 2013.

Cada candidatura pode incluir várias intervenções e pode ainda permitir a outras entidades públicas, nomeadamente os serviços da administração direta do estado, os institutos públicos, as regiões autónomas, as associações de municípios e as entidades públicas empresariais de capitais exclusivamente públicos, a apresentação de intervenções próprias que respeitem as tipologias acima definidas.


As intervenções deverão localizar-se em áreas de reabilitação urbana aprovadas ou em processo de delimitação, podendo localizar-se fora destas áreas caso a candidatura seja apresentada ao abrigo do artº 77º-A do Regime Jurídico da Reabilitação Urbana, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 307/2009, de 23 de outubro, com as alterações introduzidas pela Lei nº 32/2012, de 14 de agosto.

As intervenções deverão iniciar-se num prazo máximo de 12 meses a contar da data de abertura do período de candidaturas e deverão estar concluídas até ao dia 15 de dezembro de 2016.

O financiamento previsto é realizado sobre a forma de empréstimos a 30 anos, com 10 anos de carência de capital e com uma taxa de juro indexada à Euribor que rondará neste momento os 3%.

Serão financiados 50% dos custos do investimento total de cada intervenção.

Este programa é a primeira de várias iniciativas que o IHRU vai apresentar no decorrer dos próximos meses, destinadas a incentivar ações de reabilitação urbana em todo o território nacional.

Criação de novas alianças matrimonais.



Um velho local aberto a novas ideias.

Uma Biblioteca-Café neste local seria uma nova forma de promover e divulgar os nossos poetas e em simultâneos dinamizar o centro histórico de Leiria. os Leirienses vivem divorciados da cidade tal a falta de alianças matrimoniais.
Leiria é muito mais que uma aldeia.

Leiria com poetas, mas sem livros.


Óbidos sinonimo de inovação.

A Camara Municipal de Óbidos irá abrir na Igreja de S. Tiago uma livraria, numa nova dinâmica de forma de preencher um espaço de culto. A Igreja de S. Tiago está localizada no centro histórico de Óbidos que beneficiou de um projeto de recuperação e de restauro orçado em 186 mil euros, e que foi comparticipado por fundos comunitários enquadro no âmbito da reabilitação. Todo o trabalho de arquitetura de interiores da igreja foi desenhado pelos serviços da autarquia e respeitando toda a cultura do edifício.  

Este projeto será mais uma nova âncora para potencializar a já famosa vila de Óbidos e pretende ser um projeto de nível nacional, segundo o vice-presidente da autarquia. O objetivo é oferecer livros que não se encontram noutros locais.
O caderno de encargos, a que a Lusa teve acesso, refere que a instalação da livraria na igreja se insere «num programa de reabilitação dos edifícios que se encontravam devolutos, ou parcialmente devolutos, a reabilitação de espaços públicos e dinamização económica, social e cultural da vila de Óbidos, estimulando o desenvolvimento de atividades criativas e a produção artística».

A câmara considera ainda que a exploração da livraria por privados «tem em vista a atribuição de um uso compatível com as características histórico-culturais do edifício, procurando introduzir uma nova atividade económica, de acordo com a estratégia global definida na área cultural». Leiria, uma idade de escritores com igrejas abandonadas poderia ver aqui uma oportunidade, já defendida por mim à 4 anos.

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Como acabar com a imagem da degradação urbanística.


Uma ação planeada e concertada com os proprietários e a sociedade local liderada pelo poder executivo, com o objetivo aglutinador da mudança é e será o motor da recuperação visual da recuperação urbanística da cidade contemporânea. Ideias simples e objetivas com um só sentido, dar cor à cidade. Cada recanto e encanto deveria ser escolhido de uma forma estratégica e com a potencialização da mobilização popular, para participar na recuperação do espaço público. Afinal o único que é partilhado por todos e é de todos. A união do esforço pode fazer isto.

CENTRO HISTORICO LEIRIA

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Inovar não tem crise


Inovar não tem crise nem os euros o travação do crescimento.

Todos temos uma ideologia, a minha é a do crescimento sustentável cooperativo e nela entram as pessoas. As nossas cidades são o palco teatral da vida das sociedades modernas contemporâneas dinâmicas, que persistem qualitativamente em acompanhar as nossas memórias. O nosso egoísmo destruiu quem nos viu nascer e matou todos os recantos das nossas recordações. Cada rua tem uma história, uma vida, uma tragedia, mas a maior tragedia será ter na consciência a imagem do passado que abandonamos.

 
 
A minha rua Direita seria assim.
 
CENTRO HISTÓRICO  LEIRIA

Malucos em Leiria.



Acerca de 1 ano, uns malucos em Leiria pretendiam criar no centro histórico de Leiria uma nova cidade, uma cidade viva e enérgica. Onde o coração transborda-se vida e o prazer de “estar” fosse somente destruído pela saudade na hora da despedida. Hoje o presente seria assim. Jantava numa tasca… ou … visitava outros sabores.
 
CENTRO HISTÓRICO LEIRIA
 

A BELEZA TEM ARTE

Imaginem o centro histórico de Leiria " decorado " com esta arte e beleza.



CENTRO HISTÓRIO LEIRIA